Turista sofre acidente após morte de Juliana Marins. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Um novo acidente envolvendo turistas foi registrado no Parque Nacional Gunung Rinjani, na Indonésia, poucos dias após a morte da brasileira Juliana Marins. A administração do parque informou que, na sexta-feira, 27 de junho, um visitante da Malásia sofreu um acidente durante uma trilha na região do lago Segara Anak. O caso reforça a preocupação com a segurança dos visitantes que se aventuram nas trilhas do vulcão.
O aviso foi feito pelas redes sociais do parque, que relatou ter recebido informações de um dos guias sobre a situação. Segundo o comunicado, uma equipe com oito pessoas, incluindo profissionais de saúde, foi enviada ao local. O resgate ocorreu com sucesso e, no sábado, 28 de junho, o turista foi levado ao Centro de Saúde de Sembalun, onde passou por avaliação médica.
O visitante foi identificado como Nazli Bin Awan Mahat e, de acordo com o parque, seu estado de saúde é estável. Em nota, a direção do parque voltou a apelar para que todos os visitantes redobrem a cautela durante as atividades.
"Pedimos que mantenham o foco em cada etapa e respeitem todas as regras estabelecidas", alertou a administração.
A trilha que leva ao cume do Monte Rinjani, pela rota Pelawangan 4 (Sembalun), foi reaberta neste sábado, 28 de junho, três dias após o resgate do corpo de Juliana Marins. Em um novo comunicado oficial, o parque reforçou as recomendações de segurança para os visitantes e destacou a importância da responsabilidade compartilhada na preservação do local.
Juliana, natural de Niterói (RJ), morreu na sexta-feira anterior, 20 de junho, após sofrer uma queda de aproximadamente 300 metros durante uma trilha. Testemunhas relataram que, inicialmente, ela ainda conseguia se movimentar parcialmente. A jovem estava em uma viagem de "mochilão" pela Ásia desde fevereiro, passando por países como Filipinas, Tailândia e Vietnã.
A família de Juliana foi informada por turistas que estavam na região e usaram as redes sociais para compartilhar imagens e a localização da jovem, inclusive com uso de drone.
O resgate, no entanto, enfrentou muitas dificuldades, incluindo terreno acidentado, neblina densa e pedras escorregadias. A operação levou quase quatro dias para localizar e remover o corpo, que foi encontrado na terça-feira, 24 de junho.
Nos bastidores da operação, socorristas relataram as condições desafiadoras e o esforço coletivo para tentar salvar Juliana. O caso gerou comoção nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a infraestrutura de segurança no parque, que é um dos mais visitados da Indonésia.
Desde 2020, o Monte Rinjani contabiliza ao menos oito mortes e cerca de 180 acidentes, muitos deles relacionados a quedas e torções durante as trilhas. Especialistas e turistas criticam a falta de sinalização, a demora no atendimento e a escassez de equipamentos adequados para emergências.
O vulcão Rinjani é o segundo mais alto do país e atrai viajantes do mundo inteiro, especialmente aqueles interessados em trilhas desafiadoras e paisagens naturais. Apesar da beleza da região, os riscos são elevados, o que exige maior planejamento, precaução e melhorias na gestão do turismo local.
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