Governo Trump e povo Cubano Foto Montagem/Portal de Prefeitura
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (4) que Cuba “está prestes a cair”, ao comentar o cenário político e econômico da ilha após a recente ofensiva americana na Venezuela. Segundo Trump, a retirada forçada de Nicolás Maduro do poder enfraquece diretamente o regime cubano, historicamente dependente do apoio energético e financeiro venezuelano.
A declaração foi feita a jornalistas a bordo do Air Force One, avião oficial da presidência dos EUA, e reforça o discurso de pressão adotado por Trump contra governos considerados aliados de Caracas.
Ao falar sobre Cuba, Trump destacou que o país enfrenta dificuldades crescentes para se manter sem o fornecimento de petróleo venezuelano, que durante anos sustentou parte significativa da economia cubana. Para o presidente americano, a interrupção desse apoio coloca o regime de Havana em uma situação crítica.
“Cuba está prestes a cair”, afirmou Trump. Segundo ele, seria difícil para o país “resistir” sem o petróleo vindo da Venezuela. O presidente acrescentou que, diante desse cenário, não vê necessidade imediata de uma intervenção militar dos Estados Unidos na ilha.
Apesar do tom contundente, Trump minimizou a possibilidade de uma ação militar direta contra Cuba neste momento. De acordo com o presidente, o enfraquecimento econômico e político já seria suficiente para provocar mudanças internas no país.
“Não acho que precisemos de nenhuma ação. Parece que o país está prestes a sucumbir”, declarou, indicando que Washington aposta no desgaste interno do regime cubano como principal fator de pressão.
As declarações de Trump ocorrem em meio a um cenário de forte instabilidade na América Latina, intensificado após a operação dos EUA na Venezuela. Cuba, aliada histórica do governo venezuelano, passa a ser vista pela Casa Branca como parte de um eixo político que perde sustentação sem Caracas.
Especialistas avaliam que o discurso de Trump busca reforçar a ideia de que regimes alinhados à Venezuela enfrentam um efeito dominó, com impactos diretos no equilíbrio político do Caribe.
As falas do presidente americano tendem a aumentar a tensão diplomática na região. Governos e analistas internacionais acompanham com cautela a retórica de Washington, especialmente diante do histórico de sanções econômicas impostas a Cuba e das relações sensíveis entre os dois países.
Até o momento, o governo cubano não se pronunciou oficialmente sobre as declarações de Trump. No entanto, o tema deve ganhar destaque nas próximas semanas, à medida que se aprofundam os efeitos regionais da crise venezuelana.
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