Sanae Takaichi. Foto: Reprodução/Redes sociais
O Parlamento do Japão elegeu nesta terça-feira (21) a ultraconservadora Sanae Takaichi como a primeira mulher a ocupar o cargo de primeira-ministra na história do país.
Ela substitui Shigeru Ishiba, que renunciou após a derrota de seu partido, o Liberal Democrata (PLD), nas eleições de julho.
A escolha de Takaichi, de 64 anos, foi garantida por um acordo de coalizão com o partido de direita Inovação do Japão, após o rompimento com o tradicional aliado Komeito, de linha centrista e pacifista. O acordo, no entanto, não garante maioria parlamentar e pode tornar o governo instável.
Discípula do ex-premiê assassinado Shinzo Abe, Takaichi defende fortalecer as Forças Armadas, revisar a Constituição pacifista e reforçar a economia.
Conhecida por posições nacionalistas, ela se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e à adoção de sobrenomes diferentes por casais.
Apesar de ser a primeira mulher no cargo, Takaichi evita associar sua chegada ao poder a avanços em igualdade de gênero. "Agora a estabilidade política é essencial", afirmou, ao assinar um acordo com o governador de Osaka, Hirofumi Yoshimura, líder do Inovação do Japão. Fonte: Associated Press*.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Estadão Conteúdo
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O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
Ao todo, o ator é acusado de causar um prejuízo equivalente a mais de R$ 300 mil.
A montagem foi compartilhada na plataforma Truth Social e rapidamente provocou críticas de diferentes setores, incluindo aliados do republicano.
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