Tyler Robinson ao lado do pai. Foto: Reprodução/Redes sociais
O estudante Tyler Robinson, de 22 anos, suspeito de assassinar o influenciador trumpista Charlie Kirk, foi convencido pelo próprio pai a se entregar às autoridades.
A informação sobre a detenção de Tyler foi confirmada pelo governador do estado de Utah (EUA), Spencer Cox, durante uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 12 de setembro.
Segundo Cox, o jovem teria indicado estar envolvido no assassinato e demonstrava posições políticas contrárias às defendidas por Kirk. Diante da confissão, os pais de Tyler procuraram pessoas próximas para buscar orientação sobre como agir diante da gravidade da situação.
As informações repassadas por eles ajudaram a polícia do condado de Washington a avançar rapidamente nas investigações.
O pai do suspeito, Matt Robinson, é veterano com 27 anos de atuação no Departamento do Xerife do condado. De acordo com o Daily Mail, ele teve um papel fundamental após o crime.
Durante entrevista à Fox News nesta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que o suspeito decidiu se apresentar voluntariamente à polícia após ser identificado por um pastor local, que também atua como oficial de polícia.
Esse pastor teria alertado o pai de Tyler Robinson sobre a possível participação do filho no assassinato. Após receber a informação, Matt Robinson teria confrontado Tyler e, em seguida, o persuadido a se entregar.
Segundo Trump, após o alerta do pastor, Matt levou pessoalmente o filho à delegacia, seguindo conselhos de pessoas próximas sobre como lidar com a situação da melhor forma.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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