Agência espacial dos EUA mobiliza sistema global após detectar o 3I/ATLAS, corpo celeste vindo de fora do Sistema Solar que apresenta comportamento anômalo.
NASA ativa rede de defesa planetária para monitorar o cometa 3I/ATLAS. Imagem de tawatchai07 no Freepik
Uma movimentação silenciosa da NASA despertou a atenção da comunidade científica mundial. Fontes revelaram que a agência ativou a Rede Internacional de Alerta de Asteroides (IAWN), mecanismo criado para lidar com potenciais ameaças à Terra, desta vez para monitorar o objeto interestelar 3I/ATLAS (C/2025 N1), detectado no início de outubro. O procedimento foi comunicado apenas em um boletim técnico de Harvard, sem conferências ou comunicados oficiais, levantando suspeitas sobre a magnitude do evento.
O 3I/ATLAS se distingue por vir fora do Sistema Solar, sendo apenas o terceiro objeto dessa natureza a ser registrado desde o famoso ‘Oumuamua’, em 2017. Contudo, o mistério se intensifica: observações indicam que o brilho do cometa não corresponde ao núcleo visível, sugerindo comportamentos considerados “anômalos” por astrônomos. Essa discrepância pode apontar desde composições químicas inéditas até interações desconhecidas com o espaço interestelar.
Apesar da descrição oficial ser de uma “campanha técnica de observação”, especialistas em diplomacia científica relatam que a ESA (Agência Espacial Europeia) e setores da ONU foram informados e acompanham de perto a evolução dos dados. Segundo informações obtidas por pesquisadores, o protocolo prevê cooperação internacional em casos onde um corpo desconhecido apresenta características que podem implicar potenciais riscos.
Desde o sucesso da missão DART, em 2022, o primeiro teste de defesa planetária a desviar a rota de um asteroide colidindo uma sonda contra ele, a agência norte-americana aprimora seus métodos de resposta rápida a corpos potencialmente perigosos. No entanto, o nível de sigilo atual alimenta teorias de que a NASA estaria testando “ferramentas de defesa planetária” em tempo real, talvez em resposta a possíveis padrões incomuns detectados no 3I/ATLAS.
Defender a Terra de objetos próximos não é ficção científica. A principal técnica, conhecida como impacto cinético, envolve alterar a trajetória de um asteroide colidindo uma espaçonave em alta velocidade. Outras estratégias estudadas incluem o uso da gravidade de naves para desviar lentamente a rota de corpos celestes e o aproveitamento do campo gravitacional terrestre para manobras de deflexão.
Entre os métodos mais discutidos estão:
Até o momento, não há dados públicos que indiquem risco direto do 3I/ATLAS para a Terra. Contudo, o cronograma divulgado de 27 de novembro de 2025 até 27 de janeiro de 2026 foi suficiente para acender o alerta em observatórios internacionais. O evento coincide com uma janela orbital de visibilidade rara, o que pode explicar o interesse técnico e científico.
Ainda que a NASA mantenha o discurso de “monitoramento científico”, a ativação sigilosa da rede global de defesa planetária é vista por analistas como um marco oculto da segurança espacial contemporânea. O episódio reforça o quanto o planeta depende do avanço tecnológico para lidar com fenômenos cósmicos imprevisíveis e reacende o debate sobre o quão preparados estamos para um cenário real de impacto.
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