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Manifestantes pró-Palestina invadem e danificam campo de golfe de Trump

O presidente gerou indignação no mundo árabe ao afirmar, de forma inesperada, que os EUA assumiriam o controle de Gaza.

Isabella Lopes

08 de março de 2025 às 14:56   - Atualizado às 14:57

Casa de campo de Trump vandalizada e presidente Trump sério.

Casa de campo de Trump vandalizada e presidente Trump sério. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Na madrugada deste sábado, 8 de março, manifestantes pró-Palestina atacaram um dos campos de golfe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Escócia.

Eles picharam a sede do clube com tinta vermelha com frases de "Gaza Livre" e "Palestina Livre". Além disso, também escavaram vários buracos no campo de golfe.

A Palestine Action declarou na rede social X que assumiu a responsabilidade: “Enquanto Trump age como se Gaza fosse sua propriedade. Ele deve lembrar que seus próprios bens também estão ao nosso alcance.”

O presidente Trump gerou indignação no mundo árabe ao afirmar, de forma inesperada, que os EUA assumiriam o controle de Gaza. Ele também declarou que realocariam seus 2 milhões de habitantes palestinos e transformariam a região na chamada "Riviera do Oriente Médio". Esta declaração foi feita em fevereiro.

Segundo a polícia da Escócia, eles estão investigando os relatos sobre os danos causados ao campo de Trump, presidente dos Estados Unidos.

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“Por volta das 4h40 da manhã de sábado, 8 de março de 2025. Recebemos um relato de danos ao campo de golfe e a um local na Maidens Road, Turnberry”, relatou um porta-voz da Polícia da Escócia. Ele acrescentou que as investigações estavam em andamento.

Além disso, em um incidente separado, um homem portando uma bandeira palestina escalou a torre do Big Ben, no Palácio de Westminster, em Londres, neste sábado.

Trump e pena de morte 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta terça-feira, 4 de março, que o Congresso aprove a pena de morte obrigatória para condenados pelo assassinato de policiais. Durante seu discurso na sessão conjunta da Câmara e do Senado, ele afirmou que já assinou um decreto relacionado ao tema.

Trump ressaltou a necessidade de punir com rigor aqueles que tiram a vida de agentes da lei. Segundo ele, o decreto intitulado "Restaurar a pena de morte e proteger a segurança pública" instrui o Departamento de Justiça (DOJ) a buscar a pena capital nesses casos sempre que possível e dentro dos limites legais. No entanto, o documento não torna essa punição obrigatória, pois sua aplicação depende das leis estaduais e federais.

"Eu já assinei um decreto pedindo a pena de morte obrigatória para qualquer um que assassinar um policial, e esta noite eu estou pedindo ao Congresso que torne essa política uma lei permanente", declarou Trump.

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