Casa de campo de Trump vandalizada e presidente Trump sério. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Na madrugada deste sábado, 8 de março, manifestantes pró-Palestina atacaram um dos campos de golfe do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Escócia.
Eles picharam a sede do clube com tinta vermelha com frases de "Gaza Livre" e "Palestina Livre". Além disso, também escavaram vários buracos no campo de golfe.
A Palestine Action declarou na rede social X que assumiu a responsabilidade: “Enquanto Trump age como se Gaza fosse sua propriedade. Ele deve lembrar que seus próprios bens também estão ao nosso alcance.”
O presidente Trump gerou indignação no mundo árabe ao afirmar, de forma inesperada, que os EUA assumiriam o controle de Gaza. Ele também declarou que realocariam seus 2 milhões de habitantes palestinos e transformariam a região na chamada "Riviera do Oriente Médio". Esta declaração foi feita em fevereiro.
Segundo a polícia da Escócia, eles estão investigando os relatos sobre os danos causados ao campo de Trump, presidente dos Estados Unidos.
“Por volta das 4h40 da manhã de sábado, 8 de março de 2025. Recebemos um relato de danos ao campo de golfe e a um local na Maidens Road, Turnberry”, relatou um porta-voz da Polícia da Escócia. Ele acrescentou que as investigações estavam em andamento.
Além disso, em um incidente separado, um homem portando uma bandeira palestina escalou a torre do Big Ben, no Palácio de Westminster, em Londres, neste sábado.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta terça-feira, 4 de março, que o Congresso aprove a pena de morte obrigatória para condenados pelo assassinato de policiais. Durante seu discurso na sessão conjunta da Câmara e do Senado, ele afirmou que já assinou um decreto relacionado ao tema.
Trump ressaltou a necessidade de punir com rigor aqueles que tiram a vida de agentes da lei. Segundo ele, o decreto intitulado "Restaurar a pena de morte e proteger a segurança pública" instrui o Departamento de Justiça (DOJ) a buscar a pena capital nesses casos sempre que possível e dentro dos limites legais. No entanto, o documento não torna essa punição obrigatória, pois sua aplicação depende das leis estaduais e federais.
"Eu já assinei um decreto pedindo a pena de morte obrigatória para qualquer um que assassinar um policial, e esta noite eu estou pedindo ao Congresso que torne essa política uma lei permanente", declarou Trump.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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