Nicolás Maduro. Foto: Reprodução
Nicolás Maduro afirmou na quarta-feira, 22 de outubro, que a Venezuela possui 5.000 mísseis antiaéreos portáteis de fabricação russa para se defender do que chamou de ameaça militar dos Estados Unidos.
Desde 2 de setembro, as forças norte-americanas têm bombardeado barcos no Mar do Caribe que classificam como “narcoterroristas”.
“Qualquer força militar do mundo conhece o poder dos Igla-S. A Venezuela tem nada menos que 5.000 Igla-S em postos-chave da defesa antiaérea para garantir a paz”, afirmou Maduro durante um ato transmitido pela televisão estatal.
O Igla-S é um sistema portátil de defesa antiaérea projetado para derrubar aeronaves em baixa altitude. O armamento já foi testado em exercícios militares realizados por ordem de Maduro em resposta à presença militar americana na região.
O líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, afirmou que movimentos populares da América Latina estão se organizando para enviar brigadas de militantes à Venezuela.
A iniciativa busca demonstrar solidariedade ao governo do ditador Nicolás Maduro e ao povo venezuelano diante das ameaças de intervenção militar dos Estados Unidos.
Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, Stédile explicou que as articulações já começaram e que as primeiras reuniões entre organizações sociais da região estão em andamento.
"Nós, movimentos da América Latina, vamos fazer reuniões e já estamos fazendo consultas para, no menor prazo possível, organizar brigadas internacionalistas de militantes de cada um dos nossos países para ir à Venezuela e nos colocarmos à disposição do governo e do povo venezuelano", afirmou.
A decisão foi discutida durante o Congresso Mundial em Defesa da Mãe Terra, realizado em Caracas na última semana. O encontro reuniu delegações de 65 países e tratou de temas como soberania, meio ambiente e autodeterminação dos povos latino-americanos.
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