Chefe do grupo afirmou que recusou um acordo provisório de trégua na Faixa de Gaza devido a "condições impossíveis".
18 de abril de 2025 às 10:24 - Atualizado às 10:24
Hamas se diz disposto a libertar reféns para encerrar conflito com Israel. Arte: Portal de Prefeitura. Fotos: Reprodução/ X .
O chefe do Hamas em Gaza, Khalil Al-Hayya, afirmou que o grupo está disposto a negociar imediatamente um acordo que envolva a libertação de todos os reféns em troca de um número acordado de palestinos presos por Israel. A proposta faria parte de um acordo mais amplo para encerrar a guerra no enclave palestino.
Durante um discurso televisionado, Hayya, que lidera a equipe de negociação do Hamas nas conversas indiretas com Israel, declarou que o grupo recusou um acordo de trégua provisório, acusando o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de usar acordos parciais como manobra política.
“Netanyahu e seu governo usam acordos parciais como cobertura para sua agenda política, que se baseia na continuação da guerra de extermínio e fome, mesmo que o preço seja o sacrifício de todos os seus prisioneiros (reféns). Não participaremos da aprovação dessa política”, disse Hayya, referindo-se ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Mediadores do Egito e do Catar têm tentado restaurar o cessar-fogo estabelecido em janeiro, mas sem sucesso. A última rodada de negociações, realizada na segunda-feira (14), no Cairo, terminou sem avanços concretos, conforme relataram fontes palestinas e egípcias à emissora.
Hayya afirmou ainda que o Hamas aceitou uma proposta dos mediadores para libertar parte dos reféns em troca de prisioneiros palestinos e dar início à segunda fase do acordo de cessar-fogo, que prevê o fim da guerra e a retirada das forças israelenses de Gaza. No entanto, ele acusou Israel de apresentar uma contraproposta com “condições impossíveis”.
O grupo Hamas libertou 38 reféns durante o cessar-fogo iniciado em 19 de janeiro. Em março, as Forças Armadas de Israel retomaram a ofensiva terrestre e aérea na Faixa de Gaza, alegando que o Hamas rejeitou propostas para estender a trégua sem pôr fim à guerra.
O governo israelense sustenta que a operação militar continuará até a libertação dos 59 reféns restantes e a desmilitarização de Gaza. Por outro lado, o Hamas insiste que só aceitará liberar os reféns como parte de um acordo que encerre o conflito e rejeita qualquer exigência de entrega de armas.
Da redação do Portal com informações da CNN Brasil
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