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EUA lançam ofensiva aérea contra o Estado Islâmico na Síria após morte de soldados

Bombardeios miram dezenas de alvos e respondem a ataque que matou dois militares americanos e um intérprete na Síria.

Pollyana Leite

20 de dezembro de 2025 às 00:30   - Atualizado às 00:32

 Bandeira dos EUA destaca a atuação americana no combate ao Estado Islâmico em território sírio.

Bandeira dos EUA destaca a atuação americana no combate ao Estado Islâmico em território sírio. Foto: Reprodução/IA

Os Estados Unidos realizaram ataques em larga escala contra posições do Estado Islâmico na Síria. A ofensiva ocorreu como resposta direta a um ataque recente que matou dois soldados americanos e um intérprete que atuava junto às forças dos EUA. As autoridades americanas confirmaram que os bombardeios atingiram dezenas de alvos ligados ao grupo extremista em diferentes pontos do país.

A ação militar marcou uma das maiores operações americanas contra o Estado Islâmico nos últimos meses em território sírio. O comando das forças dos Estados Unidos informou que os ataques tiveram como objetivo enfraquecer a capacidade operacional do grupo, atingir estruturas usadas para planejamento e reduzir o risco de novos ataques contra tropas americanas e aliados na região.

Segundo informações oficiais, os alvos incluíram áreas conhecidas por abrigar combatentes do Estado Islâmico, além de locais utilizados para apoio logístico. Os Estados Unidos afirmaram que a ofensiva buscou atingir exclusivamente posições do grupo extremista. O governo americano reforçou que a operação respondeu diretamente ao ataque que resultou na morte de dois militares e de um intérprete, considerados peças essenciais no apoio às missões no terreno.

O Estado Islâmico perdeu grande parte do território que controlava na Síria nos últimos anos, mas o grupo segue ativo em áreas isoladas. Autoridades americanas destacam que células remanescentes continuam a representar uma ameaça constante, tanto para forças estrangeiras quanto para populações locais. A ofensiva recente reforça a estratégia dos EUA de manter pressão contínua para evitar a reorganização do grupo.

Os ataques aéreos ocorreram em um contexto de instabilidade prolongada na Síria. O país vive mais de uma década de conflito, com a presença de diversos atores armados e forças estrangeiras. Nesse cenário, os Estados Unidos mantêm tropas no território sírio com o objetivo declarado de combater o Estado Islâmico e apoiar parceiros locais na luta contra o extremismo.

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Fontes do governo americano explicaram que a decisão de ampliar os bombardeios levou em conta informações de inteligência que apontavam movimentações do grupo após o ataque fatal contra os soldados. As autoridades afirmaram que a resposta precisava ser rápida para reduzir riscos imediatos e demonstrar que ataques contra forças americanas não ficam sem reação.

O ataque que motivou a ofensiva provocou comoção dentro das Forças Armadas dos Estados Unidos. Os dois soldados mortos integravam missões de apoio e segurança na região. O intérprete, que trabalhava ao lado das tropas, também perdeu a vida durante a ação. O governo americano destacou o papel desses profissionais e reforçou o compromisso de proteger militares e colaboradores que atuam em áreas de conflito.

A ofensiva também envia um sinal aos aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. Washington reforça, com a ação, que segue comprometido com o combate ao Estado Islâmico, mesmo após a derrota territorial do grupo em anos anteriores. Autoridades americanas afirmam que a ameaça não desapareceu e exige vigilância constante.

Especialistas em segurança apontam que operações desse tipo costumam focar em reduzir a capacidade do grupo de planejar ataques e se movimentar com liberdade. A destruição de alvos estratégicos dificulta a comunicação e o deslocamento de combatentes. Ainda assim, analistas lembram que o cenário na Síria permanece complexo e que ações militares não encerram sozinhas a instabilidade na região.

Os Estados Unidos não divulgaram detalhes técnicos da operação nem informaram o número de aeronaves envolvidas. As autoridades também não apresentaram, até o momento, estimativas oficiais sobre possíveis danos além dos alvos atingidos. O governo americano reforçou que monitora os resultados da ofensiva e mantém atenção permanente à segurança de suas forças no Oriente Médio.

A nova ofensiva contra o Estado Islâmico reforça o papel dos Estados Unidos no combate a grupos extremistas na Síria. A ação ocorre em meio a um cenário regional delicado, no qual qualquer escalada militar desperta atenção internacional. O governo americano segue afirmando que suas operações têm caráter defensivo e foco na proteção de vidas e na contenção de ameaças terroristas.

 

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