Presidente Kim Jong Un Foto Montagem/Portal de Prefeitura
A Coreia do Norte ameaçou adotar uma “resposta terrível” caso volte a ocorrer uma incursão de drones provenientes da Coreia do Sul em seu território. O alerta foi divulgado nesta quinta-feira (12) pela agência estatal KCNA.
A declaração foi atribuída a Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong Un. Segundo o comunicado, qualquer nova violação da soberania da República Popular Democrática da Coreia nome oficial do país provocará reação severa.
A advertência ocorre após autoridades sul-coreanas realizarem batidas na agência nacional de inteligência e em outros 18 locais, no âmbito de uma investigação sobre o envio de um drone de vigilância ao território norte-coreano em janeiro. O artefato teria sobrevoado área próxima ao complexo industrial de Kaesong, região historicamente sensível nas relações entre os dois países.
Em seu comunicado, Kim Yo Jong afirmou que não importa se o responsável pela infiltração do drone foi um indivíduo, grupo civil ou órgão estatal. Para Pyongyang, qualquer violação do espaço aéreo é considerada inaceitável.
“Advirto de antemão que o ressurgimento de provocações como a violação da soberania inalienável da RPDC provocará, sem dúvida, uma resposta terrível”, declarou.
Embora tenha reconhecido que Seul adotou medidas consideradas “sensatas” após o incidente, a autoridade norte-coreana reforçou que novos episódios não serão tolerados.
O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, prometeu encerrar os sobrevoos de artefatos não tripulados na zona fronteiriça, prática que havia sido implementada durante o governo anterior. Inicialmente, a Coreia do Sul negou envolvimento oficial no caso. No entanto, um grupo de trabalho conjunto entre militares e policiais informou que investiga três soldados da ativa e um integrante da agência de inteligência.
As relações entre as duas Coreias permanecem marcadas por episódios recorrentes de tensão militar e diplomática. O uso de drones na região fronteiriça tem sido motivo de atritos frequentes, especialmente em áreas próximas à zona desmilitarizada que divide a península.
O novo alerta de Pyongyang amplia o clima de desconfiança entre os dois países e pode gerar impactos nas negociações futuras sobre segurança e estabilidade regional no Leste Asiático.
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A iniciativa ocorre em meio a esforços diplomáticos para reduzir a escalada do conflito no Oriente Médio.
Segundo um estudo publicado no periódico Scientific Data, cinco sextos desse derretimento não provêm do ar mais quente, mas sim das águas mais quentes que corroem as calotas polares por baixo.
O chefe do executivo em seu pronunciamento voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil.
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