Elon Musk e Trump. Foto: Reprodução
O CEO da Tesla, Elon Musk, disse na noite da quarta-feira, 28 de maio, que terminou seu "tempo programado" no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) e que deixará sua função no governo.
"Com o fim do meu tempo programado como Funcionário Especial do Governo, gostaria de agradecer ao presidente Donald Trump pela oportunidade de reduzir os gastos desnecessários", escreveu ele na sua rede social, o X.
Musk ainda afirmou que a missão DOGE só se fortalecerá com o tempo, pois se tornará um "modo de vida em todo o governo".
Em entrevistas anteriores, o bilionário já havia sinalizado que sairia da administração pública em breve para focar nas suas empresas.
O empresário bilionário Elon Musk, dono da plataforma X (antigo Twitter), criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030.
Para Musk, a Justiça brasileira cometeu um ato de “tirania” ao impedir o ex-mandatário de disputar futuras eleições.
Musk fez a crítica ao comentar uma postagem da página conservadora "End Wokeness". A publicação reunia casos de figuras políticas de direita que teriam sido, segundo a página, removidas do cenário eleitoral sob o argumento de proteger a democracia.
No texto, os autores citaram a exclusão da francesa Marine Le Pen, a inelegibilidade de Bolsonaro e a desclassificação do partido alemão AfD como partido extremista.
“Tudo em nome da proteção da democracia”, diz o post compartilhado. Elon Musk comentou diretamente abaixo: “Isso é tirania”.
Jair Bolsonaro foi declarado inelegível após julgamento no Tribunal Superior Eleitoral em junho de 2023. A corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e usou de forma irregular os meios de comunicação públicos ao convocar embaixadores para uma reunião, em julho de 2022, onde atacou o sistema eleitoral brasileiro sem apresentar provas.
O julgamento considerou a conduta do então presidente como um uso indevido da máquina pública em benefício de sua candidatura à reeleição.
Com isso, o TSE decidiu que ele não poderá disputar cargos eletivos até 2030. Bolsonaro já recorreu da decisão e tenta reverter a inelegibilidade a tempo de concorrer nas eleições presidenciais de 2026.
Estadão Conteúdo
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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