Pernambuco, 06 de Outubro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Elon Musk diz que vai deixar governo dos EUA e agradece Donald Trump

O CEO da Tesla ainda afirmou que o Departamento de Eficiência Governamental se fortalecerá com o tempo, pois se tornará um "modo de vida".

Gabriel Alves

29 de maio de 2025 às 08:00   - Atualizado às 08:00

Elon Musk e Trump.

Elon Musk e Trump. Foto: Reprodução

O CEO da Tesla, Elon Musk, disse na noite da quarta-feira, 28 de maio, que terminou seu "tempo programado" no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês) e que deixará sua função no governo.

"Com o fim do meu tempo programado como Funcionário Especial do Governo, gostaria de agradecer ao presidente Donald Trump pela oportunidade de reduzir os gastos desnecessários", escreveu ele na sua rede social, o X.

Musk ainda afirmou que a missão DOGE só se fortalecerá com o tempo, pois se tornará um "modo de vida em todo o governo".

Em entrevistas anteriores, o bilionário já havia sinalizado que sairia da administração pública em breve para focar nas suas empresas.

Elon Musk critica inelegibilidade de Bolsonaro

O empresário bilionário Elon Musk, dono da plataforma X (antigo Twitter), criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornou o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030.

Veja Também

Para Musk, a Justiça brasileira cometeu um ato de “tirania” ao impedir o ex-mandatário de disputar futuras eleições.

Musk fez a crítica ao comentar uma postagem da página conservadora "End Wokeness". A publicação reunia casos de figuras políticas de direita que teriam sido, segundo a página, removidas do cenário eleitoral sob o argumento de proteger a democracia.

No texto, os autores citaram a exclusão da francesa Marine Le Pen, a inelegibilidade de Bolsonaro e a desclassificação do partido alemão AfD como partido extremista.

“Tudo em nome da proteção da democracia”, diz o post compartilhado. Elon Musk comentou diretamente abaixo: “Isso é tirania”.

Jair Bolsonaro foi declarado inelegível após julgamento no Tribunal Superior Eleitoral em junho de 2023. A corte entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder político e usou de forma irregular os meios de comunicação públicos ao convocar embaixadores para uma reunião, em julho de 2022, onde atacou o sistema eleitoral brasileiro sem apresentar provas.

O julgamento considerou a conduta do então presidente como um uso indevido da máquina pública em benefício de sua candidatura à reeleição.

Com isso, o TSE decidiu que ele não poderá disputar cargos eletivos até 2030. Bolsonaro já recorreu da decisão e tenta reverter a inelegibilidade a tempo de concorrer nas eleições presidenciais de 2026.

Estadão Conteúdo

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

05:18, 06 Out

Imagem Clima

24

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Chamado tavapadon, tratamento tem nome comercial Juvmo.
Saúde

EUA aprovam novo remédio para Parkinson com ação inovadora no cérebro

Tratamento amplia as opções para controlar sintomas motores, mas estudos ainda não comprovam superioridade sobre medicamentos já utilizados.

Papa Leão XIV
Pedido

Papa Leão XIV faz apelo pela paz em mensagem sobre São Francisco de Assis no dia das eleições

Além de homenagear o religioso, Leão XIV aproveitou a ocasião para incentivar a construção da paz e a aproximação entre diferentes povos.

Urnas eletrônicas.
Relevância

Imprensa internacional repercute eleição presidencial no Brasil: 'futuro da América Latina'

Jornais citam a crise do Banco Master e a influência do presidente Donald Trump na região.

mais notícias

+

Newsletter