Donald Trump. Foto: Reprodução / Redes sociais
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira, 9, que aumentará a tarifa cobrada da China pelos Estados Unidos da América para 125%, com vigência imediata. O republicano também declarou uma pausa de 90 dias para os países que não retaliaram.
"Em algum momento, espero que em um futuro próximo, a China perceberá que os dias de roubo dos EUA e de outros países não são mais sustentáveis ou aceitáveis. Por outro lado, e com base no fato de que mais de 75 países convocaram representantes dos Estados Unidos, incluindo os Departamentos de Comércio, do Tesouro e o USTR, para negociar uma solução para os assuntos que estão sendo discutidos em relação a comércio, barreiras comerciais, tarifas, manipulação de moedas e tarifas não monetárias, e que esses países não tenham, por minha forte sugestão, retaliado de qualquer maneira, forma ou jeito contra os Estados Unidos, autorizei uma PAUSA de 90 dias e uma Tarifa Recíproca substancialmente reduzida durante esse período, de 10%, também com vigência imediata", escreveu ele no Truth Social3
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, minimizou o novo acréscimo na tarifa de importações de produtos norte-americanos pela China. Ele disse que a escalada é uma perda para os chineses, mas mencionou que uma "boa relação pessoal" entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, favorece uma resolução na guerra comercial entre as duas maiores potências econômicas mundiais, em entrevista para a Fox Business, nesta quarta-feira, 9.
"Um passo muito bom com a China seria eles reconhecerem os precursores do fentanil. Os chineses precisam punir esses exportadores para os EUA", afirmou o secretário, ao defender que a potência asiática não deve "tentar desvalorizar" a saída da situação, mas sim ir à mesa para negociar.
Para Bessent, os aliados que se aproximam dos americanos em busca de negociação pelas tarifas devem pensar em como reequilibrar a China e, dentre os países, foram mencionados os principais parceiros comerciais dos EUA: Japão, Coreia do Sul, Índia e Reino Unido. "O que faremos nas próximas semanas é negociar país por país e, assim, teremos mais certezas", projetou.
O secretário ainda citou que o aumento do teto da dívida será feito por meio de reconciliação e que a desregulamentação deve permitir que os bancos comprem mais títulos do Tesouro americano
"Os EUA têm uma política de dólar forte", ressaltou.
Estadão Conteúdo
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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