Alpinista é deixada para morrer após resgate ser cancelado no Pico da Vitória. Foto: Repodução/X
A alpinista russa Natalia Nagovitsyna, de 47 anos, que sofreu uma fratura na perna durante a descida do Pico da Vitória, em 12 de agosto, e permanecia presa na fronteira entre Quirguistão e China, teve o seu resgate cancelado pelas autoridades. As buscas, realizadas desde o acidente, foram interrompidas na última sexta-feira (22), devido ao mau tempo, impossibilitando a chegada de equipes terrestres e voos de drones.
Imagens aéreas captadas na terça-feira (19) mostraram que Natalia ainda estava viva, se movendo e acenando para a câmera. O registro também revelou que a tenda usada por ela para abrigo havia sido destruída pelos ventos fortes.
Durante os esforços de resgate, um grupo de montanhistas conseguiu entregar suprimentos a Natalia, mas não foi possível transportá-la devido ao risco extremo. Um dos voluntários, o italiano Luca Sinigaglia, acabou morrendo na montanha na sexta-feira (15), informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália.
O filho da alpinista, Mikhail Nagovitsyn, chegou a fazer um pedido público, diante da paralisação das buscas, para que as autoridades russas retomassem as operações de resgate:
"Minha mãe é uma alpinista experiente, ela possui um título esportivo de segunda classe no montanhismo e está com boa saúde e excelente condição física. No vídeo que recebi, é claramente visível que sete dias depois de perder o contato ela está acenando ativamente com a mão, cheia de força (no vídeo publicado, pode-se ver Nagovitsyna acenando com a mão da tenda). Estou convencido de que minha mãe ainda está viva."
O Pico da Vitória, ou Jengish Chokusu, tem 7.439 metros e é a montanha mais alta da cordilheira Tian Shan. Conhecido por sua escalada extremamente difícil e pelas condições climáticas severas, o local integra as chamadas montanhas Snow Leopard, um desafio clássico entre alpinistas da antiga União Soviética.
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Documento acrescenta essas questões a críticas recorrentes feitas pelos norte-americanos, como a demora na concessão de patentes, falhas na proteção à propriedade intelectual e outros.
O Space Launch System, com 32 andares de altura, decolou do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.
Segundo a acusação, ele teria lucrado com a exploração sexual da vítima ao longo de três anos.
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