Zidane será o novo treinador da França após o mundial. Foto: Redes Sociais / Zidane
A Seleção da França já tem um nome definido para o futuro: Zinedine Zidane. Segundo apuração da ESPN, o ex-técnico do Real Madrid chegou a um acordo verbal para assumir o comando da equipe após a Copa do Mundo de 2026.
A mudança marca o início de uma nova era nos Bleus e o fim de um ciclo histórico liderado por Didier Deschamps, que deixará o cargo após 14 anos à frente da seleção, independentemente do desempenho no próximo Mundial.
O acerto entre Zidane e a Federação Francesa de Futebol (FFF) já está alinhado nos bastidores. A oficialização deve ocorrer apenas após o término da Copa do Mundo de 2026, respeitando o planejamento da entidade.
A escolha do ex-jogador era considerada natural dentro do futebol francês. Zidane sempre foi visto como o sucessor ideal de Deschamps, tanto pelo peso histórico quanto pela trajetória como treinador.
Sem clube desde 2021, quando deixou o Real Madrid, Zidane aguardava justamente a oportunidade de comandar a seleção francesa. O cargo sempre foi tratado como prioridade na carreira do treinador.
Durante esse período, o técnico recusou outras propostas e manteve-se distante do futebol, alimentando a expectativa de assumir os Bleus no momento certo.
A saída de Didier Deschamps representa o fim de uma das eras mais bem-sucedidas da história da seleção francesa. No comando desde 2012, ele conquistou a Copa do Mundo de 2018 e levou a equipe à final do Mundial em 2022.
Agora, o treinador se prepara para sua despedida no Mundial de 2026, antes de passar o bastão para Zidane.
Ídolo máximo do futebol francês, Zidane foi protagonista na conquista da Copa do Mundo de 1998 e da Eurocopa de 2000, consolidando seu nome como um dos maiores jogadores da história.
Como treinador, também construiu uma carreira de sucesso, com destaque para a passagem pelo Real Madrid, onde conquistou títulos importantes, incluindo a Liga dos Campeões.
A expectativa é que Zidane assuma a seleção já mirando o ciclo da Copa do Mundo de 2030, com a missão de manter a França entre as principais potências do futebol mundial.
A chegada do ex-camisa 10 também deve gerar impacto fora de campo, aumentando o interesse comercial e midiático em torno da seleção.
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