Bruno é o novo goleiro do Vasco da Gama, do Acre. Foto: Redes Sociais / Goleiro Bruno
O goleiro Bruno, condenado pelo homicídio triplamente qualificado da modelo Eliza Samudio, deixou oficialmente o Vasco-AC após participar de apenas uma partida pelo clube. A informação foi confirmada pelo técnico do time, Eric Rodrigues, neste sábado (28).
Bruno havia sido contratado para disputar o confronto da primeira fase da Copa do Brasil contra o Velo Clube-SP. Mesmo defendendo dois pênaltis na disputa, o arqueiro não conseguiu evitar a eliminação da equipe acreana.
“Ele só veio para jogar o jogo da Copa do Brasil. Já foi embora”, afirmou o treinador em coletiva, esclarecendo que a permanência de Bruno não estava prevista para o restante do Campeonato Estadual.
O goleiro já aparece em redes sociais vestindo a camisa do Menezes EC, equipe amadora de Ribeirão das Neves (MG). O clube vai disputar o Campeonato Municipal da primeira divisão da cidade.
Esta marca a segunda passagem de Bruno pelo futebol acreano. Em 2020, ele defendeu o Rio Branco-AC, sem conseguir destaque significativo.
Bruno cumpre atualmente pena em liberdade condicional, após ser condenado a 22 anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio, ocorrido em 2010. Sua trajetória no futebol pós-condenação tem gerado polêmica e repercussão na mídia, sobretudo por envolver clubes de menor expressão e competições regionais.
A saída repentina do goleiro do Vasco-AC destaca o desafio de clubes menores em lidar com contratações de jogadores com histórico criminal, além de gerar atenção da imprensa e da sociedade para a relação entre esporte e responsabilidade social.
Mesmo com a curta passagem, a atuação de Bruno na Copa do Brasil foi notada pelo público e redes sociais, especialmente por suas defesas na disputa de pênaltis, que não evitaram a eliminação da equipe.
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O ator já é bastante conhecido no mundo de futebol, principalmente após se tornar dono do Wrexham, da Inglaterra. Segundo jornal do Reino Unido, a Cobra Coral está sendo monitorada.
O esquema contou com um efetivo de 985 policiais, que estiveram dentro e fora do estádio, além de contar com apoio de drones.
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