Central vai receber taça de campeão brasileiro da Série B de 1986 Foto maior: Reprodução/Central; Foto menor: Walter Andrade / Arquivo Pessoal
O presidente do Central de Caruaru, Sivaldo Oliveira, confirmou que a “Patativa do Agreste” vai, enfim, receber a taça de campeão brasileiro da Série B de 1986. O troféu será entregue ainda em novembro, durante a inauguração do acervo histórico do clube, que funcionará na Avenida Agamenon Magalhães, no centro da cidade.
Segundo Sivaldo, o espaço foi pensado para valorizar a trajetória do Central e preservar a memória do futebol caruaruense. O local vai reunir objetos e documentos que marcam os mais de 100 anos de história do clube.
“Daqui para o final do mês de novembro, vamos inaugurar também o acervo do Central, que vai ficar na Agamenon Magalhães, no primeiro andar, onde vai ter a história do clube, as pessoas que passaram pelo time, os presidentes, os jogadores que se destacaram, as taças que a Patativa conquistou; inclusive vai vir a taça do campeão brasileiro da Série B e que vai estar também sendo exposta lá para o nosso torcedor”, afirmou o dirigente, em entrevista ao GE.
O reconhecimento do título encerra uma espera de quase quatro décadas. Em 2019, o Central chegou a levantar uma réplica da taça, oferecida pelo torcedor e colecionador Sérgio Pepeu, como homenagem ao centenário do clube. À época, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda não reconhecia oficialmente a conquista da Série B de 1986.
A confirmação definitiva veio apenas em 2025, quando a CBF emitiu um parecer reconhecendo o título nacional dividido entre quatro clubes: Central (PE), Treze (PB), Inter de Limeira (SP) e Criciúma (SC). Todos participaram do Torneio Paralelo de 1986, uma competição organizada pela entidade para dar visibilidade a equipes que buscavam espaço no cenário nacional.
O torneio teve um formato diferente do habitual. Os clubes foram divididos em grupos regionais, com o objetivo de equilibrar a disputa e facilitar a logística das viagens. Os melhores colocados garantiram acesso à divisão principal do futebol brasileiro no ano seguinte, mas não houve fase final e nem título formal, o que gerou uma lacuna histórica.
Com o passar dos anos, torcedores e dirigentes passaram a reivindicar o reconhecimento da conquista. A ausência de um título oficial era vista como uma injustiça, já que o desempenho das equipes equivalia ao de um campeão da segunda divisão nacional. Após análise de documentos e registros da época, a CBF decidiu oficializar a conquista e conceder o direito às quatro equipes.
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