Capitão da Suíça detona arbitragem por expulsão em jogo contra Argentina: "Nunca vi VAR fazer isso" Foto: Reprodução / Redes Sociais
A polêmica em torno dos supostos privilégios de arbitragem para a Argentina na Copa do Mundo de 2026 ganhou mais um capítulo explosivo. Após as contestações generalizadas nos confrontos contra Egito e Cabo Verde, foi a vez de a Suíça disparar contra a "mão invisível" que parece guiar o torneio.
O estopim da revolta ocorreu após a expulsão do atacante Breel Embolo, que recebeu o segundo cartão amarelo em um lance controverso. Na zona mista, o capitão suíço Granit Xhaka não escondeu a indignação e sugeriu um padrão de favorecimento aos sul-americanos desde o início do Mundial.
"Vocês realmente querem que eu explique depois do que aconteceu com o Egito e Cabo Verde?", desabafou o jogador ao ser questionado sobre o lance.
Xhaka, conhecido por sua longa experiência no futebol europeu, questionou a própria operação do árbitro de vídeo no lance que definiu o destino de sua equipe:
"Em todos os meus anos no futebol, nunca vi o VAR intervir para verificar simulação só para dar a um jogador um segundo cartão amarelo. No entanto, o mesmo VAR não interveio quando os jogadores da Argentina estavam cometendo faltas em nós durante todo o jogo", completou o meio-campista.
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Com mais esse episódio, a Copa do Mundo de 2026 entra em sua fase decisiva sob uma forte sombra de desconfiança, alimentada por torcedores e atletas que exigem critérios iguais nos gramados.
Após a polêmica partida entre Argentina e Cabo Verde, cheia de decisões polêmicas da arbitragem, o vitorioso treinador José Mourinho criticou severamente a condução do confronto, descrevendo o evento mais como um "roteiro" do que como uma partida de futebol profissional.
O técnico português argumentou que Cabo Verde não enfrentou apenas os onze jogadores adversários, mas também todo o sistema de arbitragem. Segundo Mourinho, a disparidade de tratamento foi evidente: "Quando você é uma nação pequena, precisa ser perfeito. Quando você é a Argentina, é permitido cometer erros", afirmou, sugerindo que as faltas e decisões cruciais favoreceram sistematicamente a equipe sul-americana ao longo dos 90 minutos.
O treinador questionou a legitimidade da vitória argentina por 3 a 2, classificando a pressão final como algo "artificialmente criado". Para Mourinho, o esforço dos atletas cabo-verdianos foi insuficiente diante de um desfecho que, em sua visão, já estava definido fora das quatro linhas, em "escritórios".
"Estamos assistindo a um roteiro, não a uma partida de futebol. Cabo Verde não jogou apenas contra onze homens da Argentina esta noite, eles jogaram contra o árbitro, contra o sistema e contra toda a agenda do torneio.
Quando você é uma nação pequena, precisa ser perfeito para vencer. Mas quando você é a Argentina, é permitido cometer erros porque o apito sempre vai te salvar. Todo desafio 50/50 foi para um lado só.
Toda vez que Cabo Verde construía ímpeto, havia uma falta conveniente marcada. Um gol contra no 111º minuto? A pressão foi artificialmente criada. Isso parte meu coração por Cabo Verde porque eles foram guerreiros absolutos, mas no futebol moderno, ser um guerreiro não é suficiente quando o resultado já foi decidido em um escritório."
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