Ronaldinho Gaúcho e Zinedine Zidane na Copa do Mundo de 2006. Foto: Divulgação / FIFA
O confronto entre Brasil e França em Copas do Mundo é um dos mais simbólicos e traumáticos da história do futebol. Apesar de a Seleção Brasileira levar vantagem no retrospecto geral entre as duas equipes, quando o palco é o Mundial, o cenário muda completamente, e pesa contra o lado verde e amarelo.
Em Copas, foram quatro encontros entre as seleções: uma vitória brasileira e três triunfos franceses, todos em momentos decisivos. Isso construiu uma espécie de “fantasma francês” que atravessou gerações e marcou profundamente a história da Seleção.
O único triunfo brasileiro aconteceu justamente na campanha do primeiro título mundial, em 1958. Desde então, só decepções.
O duelo das quartas de final da Copa do México é considerado um dos jogos mais marcantes da história dos Mundiais. Brasil e França protagonizaram um verdadeiro clássico, recheado de craques como Zico, Sócrates e Platini.
O Brasil saiu na frente com Careca, mas sofreu o empate ainda no primeiro tempo. Na etapa final, teve a grande chance de vencer: Zico, recém-entrado, desperdiçou um pênalti.
Após o empate por 1 a 1, a decisão foi para os pênaltis, e a França levou a melhor por 4 a 3.
A eliminação marcou o fim de uma das gerações mais talentosas da história da Seleção, que nunca conquistou uma Copa.
Doze anos depois, Brasil e França voltaram a se encontrar, dessa vez na grande final da Copa do Mundo, em Paris.
Atual campeão e favorito, o Brasil chegou com Ronaldo Fenômeno como principal estrela. Porém, o que se viu em campo foi um domínio francês. Com dois gols de Zidane e um de Petit, a França venceu por 3 a 0 e conquistou seu primeiro título mundial.
O episódio ficou ainda mais marcado pelo mistério envolvendo o estado físico de Ronaldo antes da partida, tornando o vice-campeonato ainda mais traumático.
Na Copa da Alemanha, o Brasil chegou novamente como um dos favoritos, com um elenco estrelado que incluía Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Ronaldo.
Mas, mais uma vez, a França cruzou o caminho. Nas quartas de final, os franceses venceram por 1 a 0, com gol de Thierry Henry após cobrança de falta de Zidane.
A atuação de Zidane foi histórica e simbolizou a superioridade francesa naquele duelo. O Brasil, pouco inspirado, se despediu precocemente do torneio.
Apesar do equilíbrio no histórico geral entre as seleções, o recorte em Copas do Mundo escancara um domínio francês nos momentos decisivos.
Esse retrospecto transformou o confronto em um dos mais emblemáticos e dolorosos para o torcedor brasileiro, um verdadeiro tabu em jogos grandes.
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As competições acontecem até agosto e se dividem em diversos equipamentos esportivos da Região Metropolitana do Recife, entre eles o Centro Esportivo Santos Dumont, Arena de Pernambuco e a UFPE.
O estopim da revolta ocorreu após a expulsão do atacante Breel Embolo, que recebeu o segundo cartão amarelo em um lance controverso.
A legislação, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi oriunda do Projeto de Lei 789/2024, de autoria do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).
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