Nesta semana, logo após a Women's Tennis Association (WTA) anunciar que passará a exigir testes de elegibilidade baseados em critérios biológicos para suas atletas, a bielorrusa se colocou a favor da medida.
Tenista número 1 do mundo, Aryna Sabalenka volta a fazer declarações contra mulheres trans nos esportes: "não é justo" Foto: Reprodução
A tenista Aryna Sabalenka, atual número 1 do ranking, voltou a falar sobre a questão de atletas trans disputando modalidades femininas. Nesta semana, logo após a Women's Tennis Association (WTA) anunciar que passará a exigir testes de elegibilidade baseados em critérios biológicos para suas atletas, a bielorrusa se colocou a favor da medida e afirmou que "não seria justo uma mulher competir contra um homem biológico".
“Acho muito importante manter a justiça no nosso circuito. É óbvio, biologicamente, que os homens são muito mais fortes do que as mulheres. Por isso, sinto que não seria justo uma mulher competir contra um homem biológico. Acredito que eles levaram algum tempo para tomar essa decisão e, sim, eu a apoio. Mas, quanto a mim, estou focada em mim mesma, nos meus objetivos. Se quiserem fazer testes em todas nós, fico feliz em participar. É algo bem justo, e que continue assim”, disse Sabalenka.
Antes da nova regra, a WTA permitia que atletas trans ou com identidade não binária competissem no circuito feminino, desde que os exames apontassem uma quantidade de testosterona abaixo de um limite pré-estabelecido e que atendessem a critérios de tempo de declaração de gênero.
Em dezembro de 2025, Aryna já havia deixado claro o seu posicionamento sobre a inclusão de mulheres trans no circuito feminino. Na época, a tenista afirmou que não tinha "nada contra essas pessoas", mas acreditava que "ainda existia uma grande vantagem contra as mulheres".
"Não tenho nada contra essas pessoas, mas sinto que ainda têm uma grande vantagem sobre as mulheres. Acho que não é justo para as mulheres enfrentarem pessoas biologicamente do sexo masculino. Não é justo. As mulheres trabalham a vida inteira para atingir o seu limite e depois têm de enfrentar um homem, que é biologicamente muito mais forte. Por isso, pessoalmente, não concordo com este tipo de coisa no esporte - disse Sabalenka, em entrevista."
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