A cantora, que enfrentou algumas consequências da doença, entre elas uma inflamação que causou inchaço no rosto, contou que precisou remover todos os procedimentos estéticos.
"Com covid já sei lidar ", diz Joelma após ser diagnosticada pela 10ª vez com o vírus Foto: Reprodução / Instagram
Joelma revelou que está recém-recuperada da covid-19. Segundo a cantora, essa é a décima vez que recebe o diagnóstico da doença. "Peguei dez [vezes] covid. Mês passado, acabei de pegar outra, mas com covid já sei lidar e estou bem", contou em entrevista ao gshow.
A artista já retomou sua agenda e rotina de autocuidado. "Voltei a treinar, estou com a energia no topo de novo, Deus me deu mais uma chance de vida. Só tenho a agradecer."
Joelma também relembrou as dificuldades nas recuperações anteriores. "Quando veio o covid, estava na minha melhor forma física. Pensei que ia ser de leve. De leve? Quase que eu vou! Foi sério, internei três vezes, foi bem difícil, pensei que não ia voltar a cantar, mas a chave virou."
A cantora, que enfrentou algumas consequências da doença, entre elas uma inflamação que causou inchaço no rosto, contou que precisou remover todos os procedimentos estéticos. Hoje, mantém apenas aplicações pontuais de toxina botulínica, popularmente conhecida como botox.
Mesmo após a recuperação clínica, a COVID-19 pode deixar marcas no sistema cardiovascular. Essa é a conclusão do maior estudo populacional com sobreviventes da doença, realizado com mais de 2 mil pessoas em 16 países, incluindo o Brasil. O trabalho mostrou que todos os participantes que foram infectados pelo vírus apresentaram maior rigidez nas grandes artérias em comparação com aqueles que não foram infectados.
De acordo com o estudo, publicado no European Heart Journal, a infecção por COVID-19 pode acelerar o envelhecimento vascular, com efeitos mais pronunciados em mulheres, especialmente aquelas com sintomas persistentes, independente da gravidade da doença.
Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde foram notificados em 2025, até 28 de setembro, 311.849 casos de COVID-19 no Brasil.
A investigação, realizada pelo consórcio Cartesian, que juntou esforços de integrantes de 34 centros de pesquisa em todo o mundo, é a primeira a avaliar os efeitos de longo prazo da COVID-19 na rigidez arterial, um indicador do envelhecimento vascular que pode aumentar o risco de desenvolver insuficiência cardíaca, infarto, acidente vascular cerebral e outras complicações cardiovasculares.
“O estudo mostrou que pessoas que tiveram COVID-19 apresentam maior rigidez das grandes artérias, o que pode indicar envelhecimento vascular e comprometer o fluxo de sangue para o cérebro e outros órgãos”, diz Emmanuel Ciolac, professor da Faculdade de Ciências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Bauru, uma das instituições que participaram do consórcio.
“Esse efeito foi independente da gravidade da doença ou de fatores como hipertensão, embora estudos com outras populações demonstrem que a pressão alta contribua em parte para esse quadro".
A investigação realizada foi apoiada pela FAPESP.
A boa notícia, destaca o pesquisador da Unesp, é que a rigidez arterial tende a diminuir com o tempo, conforme observado entre os participantes do estudo após um ano da infecção.
“Isso ressalta a importância de programas de reabilitação envolvendo atividade física, por exemplo. São situações, na maioria dos casos, que podem ser reversíveis e, cada vez mais, vemos que é preciso uma atenção de longo prazo nos infectados pela COVID-19”, diz o pesquisador que em uma outra investigação, com um grupo pequeno de participantes e desvinculado do consórcio Cartesian, comprovou os efeitos da prática de exercício físico na reversão da rigidez arterial.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
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