Andressa Urach rebate polêmica sobre suposto vídeo com o filho. Foto: Reprodução/Rede Social
A influenciadora e criadora de conteúdo adulto Andressa Urach voltou a ser alvo de críticas nesta semana após comentar publicamente a repercussão de um suposto vídeo explícito gravado ao lado de seu filho, Arthur, de 20 anos.
A declaração foi feita em uma entrevista ao podcast Em OFF, da rádio Jovem Pan, e reacendeu um debate intenso nas redes sociais sobre limites éticos, legalidade e percepção pública sobre conteúdos adultos.
Questionada diretamente sobre a natureza do vídeo e se havia realmente uma relação sexual entre ela e o filho, Urach minimizou as críticas ao afirmar que o material seria “conteúdo adulto” disponível em plataformas específicas e que, para assisti-lo, seria necessário acessar um serviço online de vídeos eróticos. A modelo chegou a comparar a atuação dos dois à de um filme disponível em serviços de streaming, destacando que ambos estariam apenas interpretando papéis profissionais.
Segundo Urach, ela é “atriz” e o filho é “ator” na gravação, o que, em sua visão, colocaria a situação no mesmo patamar profissional de produções de entretenimento comuns. Essa comparação provocou reações diversas entre internautas e especialistas em mídia digital.
O assunto também ganhou uma dimensão jurídica no debate público. Em entrevistas complementares, Urach afirmou que, no Brasil, relações sexuais consanguíneas por si só não configuram crime, citando que apenas situações que envolvam falta de consentimento, ameaça ou violência podem ser enquadradas como crime sob o Código Penal. Ao mesmo tempo, ela declarou que condena qualquer forma de abuso e defendeu que casos sem consentimento devem, sim, ser levados à Justiça.
Especialistas em legislação penal destacam que, no país, práticas entre adultos com consentimento não são tipificadas como crime específico de “incesto” pela legislação, mas podem envolver outras tipificações dependendo das circunstâncias, especialmente se houver violação de direitos de menores ou situações de exposição indevida.
A polêmica também se estendeu às plataformas de conteúdo adulto. Uma conhecida plataforma internacional afirmou que conteúdos que façam alusão explícita a relações consanguíneas estão proibidos de ser publicados em seus termos de uso, gerando atrito com Urach, que recentemente anunciou o lançamento de sua própria plataforma de distribuição de vídeos adultos, buscando maior autonomia editorial e financeira para seus conteúdos.
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Cada cidade construiu uma identidade própria, atraindo turistas e foliões com estilos diferentes, tornando a comparação um debate apaixonado e culturalmente rico.
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