Café com açúcar. Foto: Freepik
O hábito de tomar café com açúcar faz parte da rotina de milhões de brasileiros e levanta dúvidas frequentes sobre possíveis impactos à saúde. A resposta mais direta é que o consumo não representa um problema por si só, desde que aconteça com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada.
O risco surge quando o açúcar se torna excessivo e repetitivo ao longo do dia, especialmente para pessoas com fatores de risco metabólicos.
O café, isoladamente, não causa prejuízos à saúde da maioria das pessoas. A bebida contém antioxidantes e compostos bioativos que podem trazer benefícios quando consumida de forma moderada. A preocupação costuma recair sobre o açúcar adicionado, principalmente quando ele aparece em várias xícaras ao longo do dia.
Para pessoas saudáveis, o organismo costuma lidar bem com pequenas quantidades de açúcar. O consumo de uma ou duas xícaras de café por dia, com pouco açúcar, não costuma provocar efeitos negativos relevantes. Esse padrão se mantém seguro para quem não apresenta diabetes, resistência à insulina ou outras condições que exigem controle rigoroso da ingestão de açúcares simples.
O açúcar no café também cumpre um papel cultural e sensorial. Muitas pessoas usam o ingrediente para reduzir a acidez e o amargor naturais da bebida. Esse fator ajuda quem não se adapta ao sabor puro do café e torna o consumo mais agradável. Em alguns casos, a presença de açúcar funciona como etapa de transição até a redução gradual ou a retirada completa do adoçante.
O problema aparece quando o açúcar se repete várias vezes ao dia, em quantidades elevadas. O consumo frequente pode contribuir para o aumento do risco de diabetes tipo 2, especialmente em pessoas predispostas. O açúcar também pode favorecer o ganho de peso, já que adiciona calorias sem oferecer sensação prolongada de saciedade.
Outro ponto de atenção envolve os picos de glicose no sangue. O açúcar provoca elevações rápidas da glicemia, seguidas por quedas que podem estimular mais fome pouco tempo depois. Esse efeito pode levar a um ciclo de consumo frequente de alimentos doces ao longo do dia, o que dificulta o controle alimentar.
A saúde bucal também entra nessa conta. O açúcar favorece o surgimento de cáries quando associado à higiene inadequada, principalmente em quem consome café adoçado várias vezes ao dia e não realiza a escovação com regularidade.
Pessoas que já convivem com resistência à insulina ou diabetes precisam ter atenção redobrada. Nesses casos, o açúcar no café pode interferir no controle da glicemia e exigir ajustes na dieta orientados por profissionais de saúde. Para esse grupo, o consumo frequente tende a representar um risco maior do que para a população em geral.
Na prática, o maior vilão não costuma ser o café, mas a soma do açúcar ingerido ao longo do dia. Uma colher pequena pode parecer inofensiva, mas o acúmulo em várias xícaras diárias aumenta de forma significativa a ingestão total de açúcar.
Especialistas costumam orientar a redução gradual como estratégia mais eficiente. Diminuir aos poucos a quantidade por xícara ajuda o paladar a se adaptar sem gerar rejeição imediata ao sabor da bebida. Muitas pessoas conseguem reduzir para meia colher ou menos com o tempo, mantendo o prazer de tomar café.
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