Salmão Foto: Prefeitura de Santos -SP
O salmão, presente em pratos como sashimi, sushi e grelhados, conquistou espaço constante nas mesas brasileiras. Conhecido como um alimento “super saudável”, ele é valorizado pelo alto teor de proteínas e ômega-3. No entanto, especialistas alertam que o salmão de cativeiro, principalmente o de origem norueguesa, pode trazer riscos à saúde.
Ao contrário do salmão selvagem, a maior parte do peixe vendido no Brasil vem de sistemas de criação intensiva, onde milhares de animais convivem em espaços restritos. Esse ambiente facilita a propagação de doenças e parasitas. Para controlar esses problemas, os produtores utilizam antibióticos, pesticidas e outros produtos químicos, que podem se acumular na gordura do peixe e chegar ao consumidor.
Pesquisas e órgãos de saúde pública destacam que o salmão de cativeiro pode conter:
O consumo de salmão cru, comum na culinária japonesa, aumenta o risco de contaminação por parasitas.
Mesmo com os riscos, o salmão continua sendo uma fonte importante de nutrientes. Especialistas recomendam:
A orientação é clara: a popularidade do salmão não deve eliminar a cautela. Conhecer a procedência do peixe e diversificar a dieta ajuda a garantir uma alimentação mais segura e saudável.
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