Computadores quânticos da NASA revelam que o Sol pode engolir a Terra. Imagem de wirestock no Freepik
A estabilidade do Sol sempre foi diretamente ligada à continuidade da vida humana na Terra, mas recentes pesquisas da NASA mostram um cenário muito mais urgente do que nossos ancestrais poderiam imaginar. Pela primeira vez, supercomputadores quânticos foram utilizados para realizar simulações ultradetalhadas do destino do planeta, gerando previsões inéditas sobre os verdadeiros riscos que nossa estrela oferece.
Utilizando recursos que vão muito além dos supercomputadores convencionais, os cientistas conseguiram calcular com precisão o momento em que a Terra deixará de ser habitável e pode ser engolida pelo próprio Sol. A revelação faz disparar o alerta, tanto pela proximidade desse colapso em termos cósmicos quanto pelo real impacto que já começamos a sentir no dia a dia.
Os novos cálculos impressionam ao indicar que, antes do inevitável “fim”, o planeta enfrentará um longo período de deterioração progressiva. O aumento exponencial da radiação solar aquecerá a Terra, evaporando oceanos e tornando o ar rarefeito. Tal processo não é apenas uma previsão distante, mas uma preocupação crescente para astrônomos, climatologistas e futuros engenheiros.
Esses dados inéditos foram alcançados graças à potência dos computadores quânticos, capazes de cruzar informações de massa solar, composição e velocidade de expansão com modelos ambientais e climáticos. Para os pesquisadores, isso representa uma revolução na ciência preditiva do Sistema Solar — e um sinal claro de que precisamos acelerar o desenvolvimento de alternativas para garantir a sobrevivência da humanidade.
Segundo o estudo, o prazo máximo estimado para o colapso total está em aproximadamente 1 bilhão de anos, mas a deterioração das condições inicia muito antes disso. O aquecimento global, provocado pelas alterações solares, intensificará fenômenos extremos e reduzirá drasticamente o oxigênio disponível para humanos e outras formas de vida:
Não é por acaso que já observamos, na atualidade, sinais concretos de mudanças. Ejeções de massa coronal e tempestades solares têm provocado falhas nos sistemas de comunicação e nas redes de energia mundiais. Alterações no campo magnético da Terra não apenas ameaçam infraestrutura, mas também afetam a composição do ar, contribuindo para cenários extremos de poluição e clima.
Além disso, eventos de clima cada vez mais severo, como ondas de calor e tempestades inusitadas, podem ser gatilhos do que está por vir. O alerta dos astrofísicos é claro: a deterioração é progressiva e já começou.
Astrônomos reforçam que o Sol está na metade de seu ciclo de vida. Em bilhões de anos, entrará na fase de gigante vermelha, expandindo-se e engolindo planetas próximos, como Vênus, Mercúrio e, possivelmente, a Terra. Mas muito antes disso, a vida terrestre será inviável, e o planeta se tornará cada vez mais hostil.
A tecnologia dos computadores quânticos permite prever esses cenários com precisão nunca vista, trazendo uma responsabilidade adicional à comunidade científica mundial: investir em alternativas como habitats artificiais, avanços em colonização espacial e novos modelos de proteção planetária.
Ainda que o fim cósmico não seja imediato, a ciência mostra que o desenvolvimento de soluções deve ser uma prioridade. O avanço das pesquisas reforça a urgência de políticas e recursos para entender e mitigar os efeitos da atividade solar sobre nosso planeta.
O futuro da Terra não está apenas nos bilhões de anos à frente. As decisões de hoje podem definir por quanto tempo seremos o planeta azul habitado do Sistema Solar.
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