O universo e o sistema solar. Imagem criada com o auxílio de IA. (GEMINI)
A astronomia e a física moderna revelam que nossa percepção do universo é, em grande parte, incompleta. O fato mais surpreendente disso é que aproximadamente 95% do universo é invisível. Com efeito, a matéria e a energia que podemos detectar — estrelas, planetas e galáxias — representam apenas 5% de toda a composição cósmica.
Essa vasta porção invisível é dividida em dois componentes principais: Matéria Escura e Energia Escura. A Matéria Escura, por um lado, não emite nem absorve luz, mas sua presença é inferida por sua poderosa influência gravitacional sobre a matéria visível. Acredita-se que ela represente cerca de 27% do universo. A Energia Escura, por outro lado, é ainda mais misteriosa e é a força responsável pela expansão acelerada do cosmos, correspondendo a cerca de 68% da composição total. Dessa forma, o universo que conhecemos e observamos é apenas a ponta de um gigantesco iceberg cósmico.
Terra e a Busca por Outros Mundos
Em contraste com a invisibilidade do universo, a busca por planetas além do nosso Sistema Solar tem sido incrivelmente bem-sucedida. Hoje, já foram descobertos milhares de planetas fora do sistema solar (exoplanetas), confirmando que a formação planetária é um fenômeno comum. Isso é crucial porque a descoberta desses novos mundos alimenta a busca por vida extraterrestre e ajuda a refinar modelos sobre como os sistemas planetários evoluem.
Além disso, nosso próprio planeta carrega uma curiosidade nominal. A Terra é o único planeta que não leva o nome de uma divindade na mitologia greco-romana. Enquanto Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno foram batizados em homenagem aos deuses romanos, o nome Terra deriva da palavra anglo-saxã e germânica erde ou eorþe, significando simplesmente solo ou chão. Portanto, o nome reflete uma visão mais antiga e prática, não mitológica.
O Poder Extremo do Tempo e das Estrelas
No campo da medição, a ciência oferece uma precisão que desafia nossa percepção diária. Um "instante" é uma medida que, em contextos técnicos, equivale a 1/100 de segundo. Embora nossa percepção humana de tempo seja muito mais lenta, os processos físicos e biológicos, e especialmente os instrumentos científicos, operam em frações de tempo que requerem essa precisão extrema (o "centésimo de segundo") para a correta medição de fenômenos ultrarrápidos.
Por fim, o poder das estrelas em nosso universo é imensurável. De fato, há estrelas que são 100 vezes maiores que o Sol. Essas supergigantes, como a Betelgeuse, possuem massas e diâmetros colossais. Se uma delas estivesse no lugar do nosso Sol, por exemplo, ela engoliria as órbitas dos planetas internos, incluindo a Terra. No entanto, a vida delas é relativamente curta, queimando seu combustível a uma taxa vertiginosa. Assim sendo, a comparação ressalta o tamanho modesto e a estabilidade prolongada do nosso Sol, que é essencial para a vida na Terra.
A Fronteira Contínua da Descoberta
Em suma, essas revelações demonstram que, mesmo com todo o avanço da tecnologia, a ciência está apenas começando a desvendar os grandes mistérios cósmicos. Esses fatos, que vão desde a composição oculta do universo até a escala surpreendente das estrelas, servem como um lembrete constante da vastidão e da beleza do desconhecido que ainda aguarda a nossa descoberta.
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