ChatGPT. Foto: Reprodução / Internet
A integração de inteligência de dados e ferramentas avançadas de análise está consolidando uma nova era para a tomada de decisão em políticas industriais no Brasil.
Guiadas por evidências sólidas, essas tecnologias permitem que profissionais de planejamento e execução desenvolvam estratégias robustas para o crescimento econômico.
Durante o seminário “Indústria, Dados e Território”, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Sebrae, especialistas destacaram como o capital intelectual aliado à tecnologia pode transformar o cenário produtivo.
Para Fabrício Silveira, superintendente de Política Industrial da CNI, a inteligência de dados é o motor que permite prever tendências e analisar cenários complexos com precisão.
Segundo ele, o trabalho da CNI foca em reunir casos de sucesso onde o conhecimento aplicado gera transferência tecnológica e otimização de recursos.
Essa abordagem busca, primordialmente, aumentar a assertividade nas decisões que impactam a competitividade da indústria nacional no mercado global.
A integração de informações foi um dos pontos altos do evento. Alexander Simões, da Datawheel, ressaltou que dados isolados são apenas ruído; a verdadeira transformação ocorre quando esses dados são integrados em plataformas de visualização.
Ferramentas como o DataMPE, focada em pequenas e médias empresas brasileiras, permitem enxergar cadeias de valor e identificar caminhos para a diversificação econômica sustentável através da inteligência de dados.
A descarbonização da economia também ganhou um aliado digital: a Plataforma Interativa de Descarbonização (PID). Desenvolvida em parceria com a Universidade Johns Hopkins, a ferramenta utiliza a inteligência de dados para monitorar indicadores de transição energética por estado.
Isso facilita a identificação de locais promissores para investimentos em tecnologias de baixo carbono, unindo o desenvolvimento industrial ao planejamento de infraestrutura moderna.
Outro pilar estratégico apresentado foi o Observatório da Indústria. Considerado o maior hub de dados do setor no Brasil, ele mapeia mais de 209 bases de dados para construir cenários futuros.
Apesar do avanço tecnológico, a estratégia humana permanece como o diferencial competitivo. Ulisses Pimenta, da Apex Brasil, enfatizou que a inteligência artificial deve ser vista como um complemento à capacidade crítica.
Para ele, a verdadeira inteligência de dados surge quando o poder analítico da máquina é direcionado pela visão estratégica de profissionais qualificados.
O seminário reforçou que, através do projeto "Juntos pela Indústria", a união entre CNI, Sebrae, SESI, SENAI e IEL será o caminho para uma transformação digital e ecológica definitiva.
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