Kellen Oliveira Bretas Antunes, de 42 anos, foi diagnosticada com a Síndrome de Guillain-Barré (SGB). (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
Internada após usar uma caneta emagrecedora adquirida no Paraguai e comercializada de forma ilegal, sem prescrição médica, Kellen Oliveira Bretas Antunes, de 42 anos, foi diagnosticada com a Síndrome de Guillain-Barré (SGB).
A informação foi confirmada por familiares. Trata-se de uma condição neurológica rara e potencialmente grave, caracterizada por uma reação autoimune em que o próprio sistema imunológico passa a atacar os nervos periféricos.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune rara que pode surgir após infecções virais ou bacterianas e, em alguns casos, está associada ao uso de medicamentos ou substâncias que desencadeiam uma resposta inadequada do sistema imunológico. Entre os principais sintomas estão fraqueza muscular progressiva, geralmente iniciando nas pernas e podendo se espalhar para os braços e face, além de formigamento, dormência, perda de reflexos e, em quadros mais graves, dificuldade para respirar.
O diagnóstico é clínico e costuma ser confirmado por exames neurológicos, análise do líquor e testes de condução nervosa.
O tratamento envolve internação hospitalar, uso de imunoglobulina ou plasmaférese, além de acompanhamento multiprofissional. A recuperação pode ser lenta e variar de paciente para paciente, podendo levar meses ou até mais de um ano, dependendo da gravidade do quadro.
Segundo a enteada de Kellen, Dhulia Bretas, que a considera como mãe, o estado de saúde da paciente evoluiu de forma positiva nos últimos dias.
Ela segue internada, com quadro clínico estável, e está sendo submetida ao tratamento com imunoglobulina, terapia utilizada para conter a progressão da doença e auxiliar na recuperação do sistema nervoso.
"Ela está estável. Deu uma melhora significativa, mas o processo vai ser longo, né?! Como ela foi diagnosticada com a Síndrome de Guillain-Barré, aí são, pelo menos, 12 meses de tratamento, com fisioterapia, fonoaudiólogo e outros especialistas", explicou Dhulia.
Anvisa publicou, em novembro de 2025, resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP-1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”.
São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.
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