O céu estrelado em uma noite de observação astronômica em 2026. Foto: Freepik
O ano de 2026 tem um calendário astronômico cheio de oportunidades para quem gosta de olhar para o céu. Astrônomos e entusiastas de observação podem marcar no calendário os principais eventos que devem acontecer ao longo dos próximos meses, entre superluas, chuvas de meteoros e eclipses solares e lunares. As datas já estão definidas por observatórios e sociedades científicas ao redor do mundo.
Logo nos primeiros dias de 2026, o céu traz um fenômeno que combina vários eventos em sequência. No início de janeiro, uma superlua surge quando o satélite natural da Terra está mais próximo do planeta e parece maior e mais brilhante no céu noturno. Ao mesmo tempo, a chuva de meteoros Quadrântidas chega ao seu pico entre os dias 3 e 4 de janeiro, oferecendo um espetáculo de “estrelas cadentes” no começo do ano.
As superluas em 2026 não se limitam a janeiro. O ciclo lunar terá ao menos três momentos em que a lua cheia parecerá mais luminosa e próxima da Terra. A primeira acontece já em 3 de janeiro, e outras devem ocorrer mais adiante no ano, incluindo a superlua de 23 de dezembro, que será a mais próxima da Terra em 2026.
As chuvas de meteoros que acompanham o ano estão distribuídas ao longo de toda a estação. O calendário inclui as Líridas entre 21 e 22 de abril, marcando o fim do outono no hemisfério sul com riscos luminosos riscando o céu. Em maio, as Eta Aquáridas devem atingir seu pico entre 5 e 6 de maio, ressaltando a diversidade de eventos. No inverno do hemisfério norte, mas ainda visíveis em muitas regiões do Brasil em noites escuras, outras chuvas aparecerão no fim de julho, como as Delta Aquáridas do Sul e Alfa Capricornídeas entre 30 e 31 de julho.
Agosto traz duas chuvas de meteoros importantes: as Perseidas, com pico nos dias 12 e 13 de agosto, e que coincidem com as noites quentes do final do inverno no Brasil, e as Oriónidas entre 21 e 22 de outubro. No fim do ano, as Taurídeas e Leonídeas aparecem em novembro, enquanto as Geminídeas e Ursídeas fecham o calendário astronômico entre 13 e 22 de dezembro.
Entre os fenômenos mais aguardados em 2026 estão os eclipses, que são encontros especiais entre Sol, Terra e Lua. O primeiro eclipse do ano será um eclipse solar anular em 17 de fevereiro, quando a Lua tampou parcialmente o disco solar e deixa um “anel de fogo”. Este tipo de eclipse é visível apenas em algumas regiões da Terra, incluindo a Antártida e partes do hemisfério sul em visão parcial.
Poucos dias depois, em 3 de março, o planeta Terra oferece um eclipse lunar total, quando a Lua passa pela sombra do planeta, às vezes ganhando tons avermelhados no processo. Este eclipse lunar pode ser observado de qualquer lugar do mundo onde a Lua estiver acima do horizonte durante a noite.
O segundo eclipse solar do ano ocorre em 12 de agosto, com um eclipse solar total visível em uma faixa estreita que atravessa partes do Ártico, Groenlândia, Islândia, Espanha e outras regiões. Esta será uma das raras chances de ver o Sol completamente coberto pela Lua.
O calendário astronômico de 2026 foi organizado com informações de observatórios e entidades especializadas e oferece a qualquer pessoa interessada uma série de datas para observar o céu noturno de forma mais atenta e planejada.
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