Criança segurando cartão do Bolsa Família. Foto: Lyon Santos/MDS
O Bolsa Família inicia, no dia 19 de janeiro, o pagamento da primeira parcela de 2026, beneficiando milhões de famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o país. A liberação dos recursos será feita pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS) e seguirá o calendário tradicional, organizado de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS).
Mesmo sem a divulgação oficial do orçamento total que será destinado ao programa neste ano, o governo federal garantiu que a verificação dos cadastros e os repasses estão assegurados, mantendo a regularidade do benefício que atende uma parcela significativa da população brasileira.
Além do pagamento normal, o Bolsa Família pode ter parcela antecipada em cidades que enfrentam situações de emergência ou calamidade pública, principalmente em razão de eventos climáticos extremos. Nesses casos, os beneficiários recebem o valor integral já no primeiro dia do calendário, sem necessidade de aguardar a data correspondente ao final do NIS.
A antecipação do pagamento não ocorre automaticamente. Para que isso aconteça, prefeituras ou governos estaduais precisam decretar situação de emergência ou calamidade pública, geralmente por conta de enchentes, secas prolongadas ou outros desastres naturais. Após o pedido, o Governo Federal analisa a solicitação e decide sobre a liberação antecipada dos recursos.
Quando aprovada, a medida permite que todas as famílias do município afetado recebam o benefício no primeiro dia de pagamento do mês, neste caso, 19 de janeiro.
A lista oficial das cidades com pagamento antecipado é divulgada apenas no início do ciclo, por meio dos canais oficiais do MDS.
Os pagamentos do Bolsa Família em janeiro seguem até o dia 30. Confira as datas conforme o final do NIS:
Uma pré-lista aponta que 134 cidades de quatro estados têm maior probabilidade de contar com a antecipação do Bolsa Família em janeiro. Os estados envolvidos são Amazonas, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima, com destaque para o Rio Grande do Norte, que concentra a maior parte dos municípios.
No Amazonas, aparecem municípios como Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira. No Piauí, São Miguel do Fidalgo está entre os possíveis beneficiados. Já no Rio Grande do Norte, dezenas de cidades enfrentam impactos climáticos, incluindo Mossoró, Caicó, Currais Novos, Pau dos Ferros e João Câmara. Em Roraima, cidades como Boa Vista, Amajari e Mucajaí também figuram na lista preliminar.
Outros estados ainda podem ser incluídos, dependendo da análise dos pedidos de emergência. O Rio Grande do Sul, que vinha sendo contemplado desde 2024, não deve ter antecipação neste início de ano.
A previsão é de que cerca de 18 milhões de famílias estejam aptas a receber o Bolsa Família neste primeiro mês de 2026. Caso o orçamento anual do programa supere os R$ 160 bilhões destinados em 2025, há expectativa de ampliação no número de beneficiários ao longo do ano, reforçando o papel do programa no combate à pobreza e à insegurança alimentar no país.
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