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Agências de segurança alertam para riscos do Wi-Fi público no celular; entenda

As orientações envolvem usuários de Android e iOS e reforçam cuidados simples no dia a dia.

Isabella Lopes

20 de dezembro de 2025 às 19:00

Especialistas orientam práticas simples para preservar a bateria dos smartphones no dia a dia.

Especialistas orientam práticas simples para preservar a bateria dos smartphones no dia a dia. Foto: Freepik

O alerta internacional sobre os riscos do uso de redes Wi-Fi públicas em celulares segue em destaque até a próxima segunda-feira, 22 de dezembro, após comunicados emitidos por agências nacionais de segurança digital de diferentes países. As orientações envolvem usuários de Android e iOS e reforçam cuidados simples no dia a dia.

Órgãos como a CERT-FR, da França, a NCSC, do Reino Unido, e a CISA, dos Estados Unidos, publicaram avisos chamando atenção para os perigos das conexões sem fio abertas. As instituições recomendam que o usuário desative completamente o Wi-Fi do celular quando não estiver em uso, evitando manter a função ligada em segundo plano.

Segundo as agências, os ataques contra dispositivos móveis se tornaram mais sofisticados. As falhas podem atingir diferentes partes do sistema, incluindo redes sem fio, aplicativos instalados e até componentes físicos do aparelho.

Wi-Fi público facilita ataques 

As redes públicas ou mal protegidas são consideradas ambientes ideais para ataques do tipo interceptação de dados, quando criminosos se colocam entre o usuário e a conexão legítima.

Um dos exemplos mais citados é o uso de pontos falsos conhecidos como “gêmeos maliciosos”, que simulam redes confiáveis para capturar informações pessoais e credenciais. Esse tipo de ataque pode ocorrer de forma silenciosa, sem que o usuário perceba qualquer comportamento estranho no aparelho.

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Carregadores USB representam risco

O alerta também inclui os pontos públicos de carregamento USB. Ao conectar o celular a entradas comprometidas, o aparelho pode sofrer invasões ou ter dados acessados indevidamente.

As agências indicam o uso de bloqueadores físicos de dados ou de power banks, que garantem apenas a passagem de energia. Deixar o telefone sozinho durante o carregamento também aumenta o risco. A orientação é desligar o aparelho caso o usuário precise se afastar.

Outro ponto citado envolve as redes 2G, que utilizam sistemas de proteção considerados ultrapassados. Como os celulares não conseguem verificar a autenticidade das torres, criminosos podem usar estações falsas para interceptar comunicações. Tecnologias como Bluetooth e NFC também aparecem entre os pontos de atenção.

As agências recomendam desativar Wi-Fi e Bluetooth diretamente nas configurações, e não apenas pelo menu rápido do celular. Também orientam desativar a conexão automática com redes públicas, utilizar VPN quando necessário, instalar aplicativos apenas de lojas oficiais e revisar permissões concedidas. Reiniciar o aparelho com frequência ajuda a reduzir falhas temporárias de memória.

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