Adeus cédulas de real? Drex, a nova moeda digital do Brasil. Créditos: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
O Brasil está prestes a vivenciar uma revolução no sistema financeiro nacional com a chegada da sua primeira moeda digital oficial: o Drex. Previsto para ser lançado em 2025 pelo Banco Central, o Drex promete transformar a forma como as transações financeiras são feitas, unindo tecnologia de ponta com a estabilidade já conhecida do Real.
O Drex é uma moeda digital emitida e garantida pelo Banco Central do Brasil, diferente das criptomoedas comuns por ser 100% estável, com valor equivalente ao real físico. Ele operará em uma plataforma segura, com tecnologia blockchain, e permitirá pagamentos, transferências e contratos inteligentes automatizados.
Embora o Pix tenha revolucionado os pagamentos instantâneos no país, o Drex adiciona funcionalidades avançadas para transações mais complexas, incluindo contratos programáveis, pagamentos com condições específicas e integração a ativos digitais, tudo isso mantendo a segurança e agilidade.
Desde 2023, o Drex está em fase de testes restritos, com bancos e instituições financeiras participando para avaliar segurança, privacidade e usabilidade. A próxima fase de ampliação de testes deve acontecer em 2025, após a aprovação regulatória.
Usuários poderão acessar o Drex por meio de carteiras digitais controladas por bancos ou fintechs autorizadas, podendo realizar desde compras simples até operações comerciais e financeiras complexas, com total transparência e rastreabilidade.
O Banco Central assegura que o Drex terá mecanismos de proteção à privacidade dos usuários, segurança contra fraudes e estabilidade econômica, fundamentos essenciais para que a população adote rapidamente a moeda digital.
Especialistas apontam que o Drex pode reduzir custos de transação, ampliar a inclusão financeira, facilitar micro e pequenas transações e possibilitar uma economia digital mais avançada e integrada a mercados globais.
O uso de blockchain permite que as transações sejam gravadas em registros descentralizados e imutáveis, facilitando auditorias e evitando intermediários, tornando o sistema mais transparente e eficiente.
O Drex também insere o Brasil em uma nova geração de países que já desenvolvem suas moedas digitais, abrindo caminho para transações internacionais rápidas e menos dependentes do dólar americano.
Apesar da inovação, o Drex não deve substituir imediatamente as cédulas e moedas físicas, que continuarão circulando. A expectativa é que as moedas digitais coexistam e sejam cada vez mais utilizadas junto aos meios tradicionais.
Um dos diferenciais do Drex será a possibilidade de executar contratos com regras automáticas, facilitando negócios e garantindo segurança jurídica, desde compra de imóveis até pagamentos recorrentes.
Instituições e a população são estimuladas a se informar e se adaptar para usufruir dos benefícios do Drex, o que pode representar um passo decisivo para o futuro econômico do Brasil.
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