Le Prince reúne produtores internacionais e aposta em diferentes públicos, com opções para o varejo e edições destinadas a colecionadores.
24 de setembro de 2026 às 11:37 - Atualizado às 12:13
Neymar segura uma garrafa de vinho da sua marca, Le Prince. Foto: Divulgação
Uma garrafa por cerca de R$ 60 ou uma edição de coleção que pode alcançar R$ 50 mil. Essa é a diferença de preços encontrada no portfólio da Le Prince, marca de vinhos ligada a Neymar Jr. que chegou ao mercado brasileiro em 2026, fruto de uma sociedade entre a empresa JLX e a família do jogador.
A expansão ganhou destaque em Santa Catarina. Segundo a empresa, um dos rótulos entrou no grupo dos três vinhos mais vendidos de uma rede de supermercados em menos de três meses de operação. As informações são do ND Mais.
O desempenho se refere à rede, sem representar um ranking de todo o mercado catarinense. A presença nas lojas integra a estratégia de crescimento da marca no Sul do país.
Apesar da associação com o atleta brasileiro, a coleção reúne bebidas produzidas no Chile, na Espanha e na França. A seleção técnica é conduzida por Dirceu Vianna Junior, profissional com o título de Master of Wine.
No site oficial, o catálogo aparece organizado em quatro linhas: Signature, Heritage, Legacy e Eternal. Elas abrangem desde produtos de entrada até edições limitadas, com garrafas numeradas e disponibilidade sob consulta.
Entre os rótulos apresentados estão tintos e brancos chilenos, vinhos espanhóis de regiões como Rioja e Rías Baixas e um francês de Châteauneuf-du-Pape. A proposta comercial combina diferentes origens e faixas de preço sob a mesma identidade.
Na apresentação inicial da coleção, o preço sugerido dos vinhos de entrada era de R$ 59,90. As opções intermediárias apareciam entre R$ 149 e R$ 199,90, enquanto outra faixa reunia produtos de R$ 250 a R$ 350.
As versões mais exclusivas, voltadas a colecionadores e consumidores de alta renda, podem chegar a R$ 50 mil. Os valores divulgados são referências comerciais e variam conforme o rótulo e o estabelecimento.
À CNN Brasil, Dirceu resumiu a divisão de responsabilidades no projeto:
“O Neymar vende a primeira garrafa. Eu tenho que fazer o consumidor voltar”.
A marca começou a chegar ao mercado no fim de junho. O nome Le Prince faz referência ao apelido de “Príncipe” associado ao jogador.
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