Mergulho de turista que foi mordida por tubarão. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
Um vídeo gravado durante um mergulho em Fernando de Noronha registrou a ação de um mergulhador que atingiu um tubarão-lixa com uma câmera. Momentos depois, a advogada Tayane Dalazen, de 36 anos, foi mordida na perna enquanto realizava mergulho de apneia. O caso ocorreu na sexta-feira, 9 de janeiro.
“O vídeo foi feito momentos antes de eu ser mordida. Um guia de outro grupo estava com uma câmera na mão e bateu na cabeça do tubarão”, afirmou.
Ela também destacou que o tubarão-lixa costuma evitar contato com pessoas, com raras exceções O mergulhador que aparece nas imagens ainda não foi identificado. Tayane relatou que sentiu dor imediatamente após a mordida.
“Senti uma mordida muito forte na perna, e o tubarão não soltava”, disse.
A turista realizava mergulho de apneia em frente à Associação de Pescadores, na região do Porto de Santo Antônio. Ela estava acompanhada por um guia local credenciado, Erivaldo Alves da Silva, conhecido como Nego Noronha. Tayane contou que evitou usar as mãos para afastar o animal por receio de novas mordidas.
Segundo o relato, o tubarão prendeu a perna da mergulhadora. O guia interveio e bateu no animal até que ele soltasse a vítima.
“O condutor bateu várias vezes até o tubarão soltar. Nego Noronha e os pescadores que estavam nas embarcações me socorreram. Fiquei calma e não chorei”, afirmou.
A amiga de Tayane, a dermatologista Caroline Pereira, realizou a limpeza inicial do ferimento ainda no local. Em seguida, ambas seguiram para o Hospital São Lucas, onde a mergulhadora recebeu atendimento médico e teve alta.
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade abriu investigação para apurar o ocorrido. Um representante do órgão alertou para os riscos da alimentação irregular de tubarões na área e informou que o mergulho no local pode sofrer restrições. O ICMBio também informou que analisaria as imagens em que o animal aparece sendo atingido, mas não respondeu até a publicação.
Mesmo após o episódio, Tayane afirmou que não pretende abandonar atividades no mar.
“Não há traumas. Eu estava no habitat dos animais, não usava joias e estava acompanhada por um guia local”, disse. Ela também declarou a intenção de retornar ao arquipélago.
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De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Pela força do impacto, as cabines dos veículos ficaram destruídas e parte da carga ficou espalhada pela rodovia. A PRF esteve no local.
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