Vídeo de pastor amaldiçoando o Rio de Janeiro volta a circular após megaoperação com 121 mortos. Foto: Reprodução
Um vídeo antigo do pastor Tupirani da Hora Lores voltou a ganhar repercussão nas redes sociais nos últimos dias. Nas imagens, o líder religioso aparece amaldiçoando o Rio de Janeiro durante uma pregação.
O conteúdo se espalhou novamente após a megaoperação policial que resultou em 121 mortes nos complexos do Alemão e da Penha, zona Norte da capital, reacendendo discussões sobre o histórico do pastor e o teor de seus discursos.
A gravação mostra o pastor Tupirani discursando de forma exaltada, afirmando que a cidade estaria “amaldiçoada”. Embora o vídeo não seja recente, ele passou a circular com força nas redes depois dos confrontos que mobilizaram as forças de segurança no estado.
Tupirani da Hora Lores é uma figura conhecida das autoridades. O pastor já foi preso pela Polícia Federal em 2022, acusado de disseminar mensagens de ódio contra judeus, praticantes de outras religiões, negros e pessoas LGBTQIA+. Na ocasião, ele foi indiciado por crimes relacionados a discriminação e intolerância religiosa.
O histórico do pastor inclui outras passagens pela Justiça. Em 2009, Tupirani se tornou o primeiro condenado no Brasil por intolerância religiosa, após ataques verbais a religiões de matriz africana.
Três anos depois, em 2012, o líder da Igreja Pentecostal Geração Jesus Cristo voltou a ser alvo de uma operação policial. Ele e alguns de seus seguidores foram detidos novamente por comportamentos homofóbicos, xenófobos e racistas, segundo os registros da época.
A igreja fundada por Tupirani é conhecida por sua postura radical e por pregações com conteúdo considerado ofensivo a diversos grupos. Vídeos do pastor já circularam outras vezes nas redes sociais, sempre gerando reações negativas e pedidos de responsabilização.
A repercussão do vídeo fez o nome de Tupirani voltar a circular nas redes, lembrando sua trajetória marcada por polêmicas e processos judiciais. Mesmo sem exercer influência de grande alcance no cenário religioso nacional, o pastor acumula histórico de reincidência em práticas condenadas pela Justiça, o que mantém seu nome associado a episódios de intolerância e discurso extremista.
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