Policial em frente à casa onde trio foi assassinado. Foto: Reprodução
Em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, um trio de adolescentes foi assassinado a tiros dentro de uma casa. O triplo homicídio ocorreu por volta das 22 horas da segunda-feira, 30 de junho, na Rua Costa e Silva, no bairro Jardim Primavera.
De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), os jovens, cujo os nomes não foram divulgados oficialmente, dois tinham 17 anos e outro 16. Segundo informações, desconhecidos chegaram na residência e efetuaram os tiros. O trio morreu no local.
O caso será investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da corporação.
"Um inquérito policial foi instaurado, as diligências estão em andamento e mais informações poderão ser repassadas após a completa elucidação dos fatos", disse a polícia.
Alunos do curso de formação da Polícia Militar (PMPE), encontraram dois corpos durante um treinamento na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, situada na Região Metropolitana do Recife. As vítimas, que estavam desaparecidas desde o dia 24 de junho, foram mortas a tiros.
Identificados como Daniel Barros Guimarães, de 19 anos e Marlon Nicolas da Silva, de 16, havia várias munições deflagradas que foram recolhidas pela perícia.
Marlon foi atingido por disparos de pistola .40 e tinha 18 perfurações pelo corpo, enquanto Daniel tinha seis ferimentos causados por um revólver calibre 38.
Foram encontradas, por debaixo das calças jeans dos jovens, bermudas que, segundo a polícia, é um costume característico de suspeitos que cometerão crimes e se livrarão das calças para não serem identificados.
De acordo com a corporação, ambos os falecidos são primos e moravam no bairro de Penedo, no município. Os dois tinham sido vistos saindo juntos num carro preto na terça (24).
Na tarde da última sexta-feira, 27 de junho, um adolescente de 13 anos foi apreendido após matar a avó e ferir gravemente o avô, na zona rural de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. O crime ocorreu após os avós restringirem o uso do celular do neto. O jovem vivia com eles desde os 7 anos.
De acordo com a Polícia Civil do Paraná, a discussão teve início quando os avós constataram que o adolescente estava acessando conteúdos impróprios para sua idade e decidiram tomar o aparelho.
Inconformado, o menor teria arrombado um baú onde estava guardado um revólver calibre .357, registrado em nome de um tio.
Segundo o delegado Ricardo Moraes, responsável pela investigação, o adolescente foi até o quarto onde o avô descansava e efetuou um disparo nas costas do idoso. Em seguida, atirou cinco vezes contra a avó, atingindo-a no peito e nos braços. A mulher morreu no local.
Mesmo ferido, o avô conseguiu reagir e entrou em luta corporal com o neto, conseguindo desarmá-lo.
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Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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