Sindicato denuncia Hapvida por demitir funcionária em tratamento contra o câncer. Foto: Divulgação
O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Nível Médio e Técnico da Saúde do Estado do Ceará (SATS-CE) utilizou suas redes sociais para denunciar a demissão de uma funcionária da Hapvida que estava em tratamento contra o câncer.
De acordo com o sindicato, a mulher identificada como Ziran trabalhava há nove anos na empresa e foi dispensada logo após retornar do tratamento oncológico. Segundo o relato, ela foi informada de que “não fazia mais o perfil da empresa”, uma justificativa que o sindicato classificou como desumana e discriminatória.
O SATS-CE afirmou que o caso representa uma contradição grave entre o discurso institucional e a prática adotada. Em nota publicada no perfil oficial, a entidade destacou que a Hapvida realiza campanhas em datas como o Outubro Rosa, mas, ao mesmo tempo, teria dispensado uma funcionária justamente por estar enfrentando um câncer.
“O ‘perfil’ que a Hapvida procura é de alguém que não adoece”, afirmou o sindicato em um dos trechos.
Ainda segundo a publicação, Ziran relatou ter enfrentado dificuldades para conciliar o tratamento com a rotina de trabalho, mas se esforçava para cumprir a carga horária exigida. Mesmo assim, acabou sendo desligada em um momento de fragilidade física e emocional. O sindicato chamou atenção para o impacto que a demissão pode causar na continuidade do tratamento, já que o emprego garantia estabilidade financeira e acesso a cuidados médicos.
O vídeo compartilhado pelo sindicato mostra a profissional contando, de forma emocionada, que dedicou quase uma década à empresa e foi surpreendida com o desligamento logo após vencer uma das fases mais difíceis da doença.
O SATS-CE informou que acompanha o caso e pretende adotar medidas para garantir que situações semelhantes não se repitam. A entidade defende que o episódio seja investigado pelos órgãos competentes e que a empresa se responsabilize pelos danos causados.
Até o momento, a Hapvida não se manifestou publicamente sobre o caso nas suas redes oficiais.
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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