PMPE: sargento condenado por estuprar criança é expulso. Foto: Divulgação
Ezequiel Faustino de Souza, terceiro sargento da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), foi expulso da corporação por estuprar uma criança de 11 anos, na época, por diversas vezes. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado de Pernambuco nesta quarta-feira, 23 de julho, em uma portaria da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE).
De acordo com informações da SDS, Ezequiel foi considerado culpado e recebeu uma condenação de mais de 10 anos de prisão, em 2021, por ter atraído a menor de idade para sua residência e ter abusado dela. Os abusos se repetiram várias vezes. Não foi divulgada a data do crime.
A Corregedoria Geral da Secretaria, em função da condenação, considerou o ex-PM incapaz de permanecer integrado à corporação e determinou pela sua exclusão da PMPE.
Em Itaquitinga, Zona da Mata Norte de Pernambuco, um homem de 34 anos foi preso por estuprar um sobrinho dos 9 aos 13 anos de idade. A vítima filmou o próprio abuso, por medo que a família não acreditasse. O criminoso, que trabalha como barbeiro, foi preso preventivamente na última quarta-feira, 17 de julho, após a Justiça expedir um mandado contra ele.
O delegado interino do município, Thiago Henrique, relatou que o criminoso, de acordo com os familiares, começou com os abusos quando a vítima foi à barbearia, ficando sozinho com o criminoso. Em virtude do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Após o primeiro ocorrido, os estupros passaram a acontecer de maneira frequente, já que o criminoso morava com a sogra, avó do menino e aproveitava as visitas da criança para abusá-lo. O homem era casado com a tia da vítima.
"O tio obrigava ele a fazer [os atos sexuais] e dizia que, se a história viesse à tona, mataria ele, a mãe dele e a avó. A criança viveu esse ciclo de abuso durante quatro anos, até não aguentar mais. Começou quando ele era barbeiro do menino, e o criminoso, embora não confirme os estupros, confirmou que ficava sozinho na barbearia com a vítima", diz o delegado.
A criança, em determinado momento, escondeu um equipamento e filmou o homem se masturbando para ele, após ter cometido o estupro. Laudos do Instituto de Medicina Legal (IML) confirmaram fissuras anais compatíveis com abusos.
De acordo com o delegado, o menino nunca contou as violências à família, por medo de ser desacreditado. Em vez disso, ele registrou o vídeo e mostrou para à mãe e à avó, confrontando o criminoso.
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