Viatura do DHPP, no Recife, com janela quebrada após ação criminosa. Foto: Reprodução/TV Guararapes
No domingo, 8 de junho, duas viaturas foram alvos de furtos no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), localizado no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife. No dia seguinte, um inquérito foi instaurado pela Polícia Civil. Já na manhã desta terça-feira (10), um veículo do Instituto de Criminalística foi arrombado no pátio da unidade.
O local, que funciona 24 horas por dia, é onde ocorrem as investigações sobre crimes contra a vida, lesões corporais e desaparecimentos, por exemplo.
Sobre as ações de domingo, os criminosos teriam pulado o muro com facilidade e quebrado vidros das janelas dos carros, que foram vasculhados. Mochilas e porta-luvas foram abertos em busca de pertences.
O veículo depredado do IC desta terça, teve uma janela quebrada e, até o momento, não houve nenhum registro de furto.
Dois homens foram presos em flagrante na madrugada do dia 26 de abril, após furtarem telhas de alumínio no Complexo Administrativo do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), localizado no bairro de Santo Amaro, no Recife.
Os envolvidos foram identificados como José Marcelo dos Santos, de 43 anos, e Adriano dos Santos Santiago, de 30 anos. Segundo a Polícia Civil, ambos são pessoas em situação de rua e confessaram, em depoimento, que planejavam vender as telhas para comprar drogas e cachaça. A telha roubada, que estava sendo usada como muro de contenção do edifício, tem valor estimado em R$ 300.
O furto aconteceu por volta das 4h40 da madrugada. A ação foi registrada por um vigilante do prédio, que filmou os suspeitos durante o crime. Nas imagens registradas pelo vigilante, é possível ouvir o alerta dado aos criminosos, que estavam cientes de que estavam sendo filmados, mas continuaram tentando puxar a telha. A Polícia Civil revelou que, horas antes, José Marcelo havia furtado outra telha do mesmo prédio.
Os dois homens foram autuados por furto qualificado.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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