Pessoas em aeroporto do Recife. Foto: Reprodução
A Polícia Federal prendeu em flagrante, na noite da última terça-feira, 3 de junho, dois despachantes suspeitos de desviar produtos enviados pelos Correios no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no Recife. As prisões ocorreram por volta das 22h, após investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio, com apoio de agentes lotados no terminal e do setor de inteligência. (veja vídeo abaixo)
Os suspeitos têm 32 e 38 anos e são moradores dos bairros de Cajueiro Seco e Jordão, respectivamente. Ambos não possuíam antecedentes criminais.
A operação teve como alvo um esquema de desvio de mercadorias despachadas via companhias aéreas de carga no aeroporto. A investigação foi iniciada após denúncias e informações de que funcionários terceirizados estariam furtando produtos transportados pelos Correios.
Durante uma ação de fiscalização, dez funcionários foram submetidos a uma vistoria após o embarque das cargas. A análise das imagens de câmeras de segurança e a revista pessoal revelaram que dois dos colaboradores haviam furtado eletrônicos. Um deles escondia dois celulares no colete de trabalho, enquanto o outro havia colocado um notebook no piso de uma van usada para transporte da equipe.
Após a abordagem, os dois foram presos e encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Pernambuco. Eles foram autuados por furto qualificado, conforme o artigo 155, §4º, incisos I e II, do Código Penal, que prevê pena de 2 a 8 anos de prisão.
Na sequência, os suspeitos passaram por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) e foram apresentados à audiência de custódia, sendo liberados mediante o pagamento de fiança no valor de R$ 5 mil. Ambos responderão ao processo em liberdade.
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Segundo relatório, o filho do presidente é citado em mensagens encontradas no celular de Roberta como o "beneficiário indireto" das negociações com empresários que tinham interesses em contratos do governo federal.
A corporação também afirmou não ser possível determinar "com máxima certeza" que os R$ 100 mil tenham sido pagos em troca de reportagens contra o ministro Flávio Dino.
A rediscussão sobre a legitimidade para atuar como jornalista ocorre no momento em que a Corte é criticada por autorizar medidas de quebra de sigilo contra o blogueiro maranhense Luís Pablo.
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