Segundo o jornal mexicano El Universal, José Adrián foi abordado por criminosos no dia 27 de dezembro, enquanto trafegava por uma rodovia. Ele estava acompanhado de familiares.
Presidente da Corona José Adrián. Foto: Redes Sociais/Redes Sociais. Arte: Portal de Prefeitura
O empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, foi sequestrado e assassinado no México. O caso veio a público na terça-feira, 6 de janeiro, por meio da imprensa local. A empresa comandada por ele era conhecida nacionalmente pela produção de tequila.
De acordo com o jornal mexicano El Universal, Radillo foi abordado por criminosos no dia 27 de dezembro, enquanto trafegava por uma rodovia no estado de Jalisco, no oeste do país. Ele estava acompanhado de familiares quando o veículo foi interceptado.
Segundo as autoridades, os suspeitos roubaram pertences pessoais da família e sequestraram o empresário, deixando os demais ocupantes do carro na estrada. O corpo de Radillo foi localizado dois dias depois, nas proximidades do local do sequestro.
Ainda conforme o El Universal, a vítima apresentava sinais de violência e ferimentos causados por disparos de arma de fogo.
O site Infobae informou que investigadores trabalham com a hipótese de que o empresário tenha sido alvo de um ataque aleatório, sem relação direta com suas atividades empresariais. A área onde ocorreu o crime é considerada de alto risco pelas autoridades locais.
Um homem de 25 anos foi morto a tiros dentro da própria residência na manhã da quarta-feira, 7 de janeiro, na Travessa Batalha do Tuiuti, no bairro de Ouro Preto, zona rural de Olinda, na Região Metropolitana do Recife.
Segundo informações preliminares da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), a vítima estava no interior do imóvel quando cinco homens encapuzados chegaram ao local em um carro. Os suspeitos desembarcaram e invadiram a casa.
Ao perceber a ação, o homem tentou fugir pelos fundos da residência, mas acabou sendo alcançado e executado pelos criminosos. Após o homicídio, o grupo fugiu e, até a última atualização desta reportagem, não havia sido localizado.
A área foi isolada por equipes da Polícia Militar (PMPE) para a realização da perícia pelo Instituto de Criminalística (IC). O corpo foi encaminhado para os procedimentos legais.
A motivação do crime ainda é desconhecida. O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e identificar os autores.
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No endereço, os agentes encontraram a vítima sem sinais vitais e com diversos golpes desferidos "por uma arma branca"
De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
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