As investigações da Polícia Federal tiveram início após a identificação de um usuário que, entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, compartilhou mais de 300 arquivos.
Operação da Polícia Federal. Foto: Divulgação
A Polícia Federal deflagrou, na manhã da quarta-feira, 23 de julho, a Operação Contumácia, com o objetivo de combater crimes relacionados ao armazenamento e compartilhamento de material com cenas de abuso sexual infantil. A ação foi realizada por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos em Pernambuco. (veja vídeo abaixo)
As investigações tiveram início após a identificação de um usuário que, entre julho de 2024 e fevereiro de 2025, compartilhou mais de 300 arquivos contendo cenas de abuso sexual contra crianças e adolescentes, utilizando redes de compartilhamento de arquivos.
Um mandado de busca e apreensão foi cumprido em um imóvel localizado no município de Ipojuca, no Litoral Sul de Pernambuco. No local, os agentes apreenderam computadores, celulares, notebooks e outras mídias com potencial de armazenamento de imagens e vídeos com conteúdo ilícito.
Durante a operação, o investigado foi flagrado com arquivos contendo pornografia infantil e preso em flagrante. Ele poderá responder por crimes de divulgação e armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. As penas, somadas, variam entre 4 e 10 anos de reclusão.
O nome da operação, Contumácia, faz referência à reincidência do suspeito na prática dos crimes investigados.
A Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (Deleciber/PE), deflagrou, na última segunda-feira, 14 de julho, a Operação Venda Proibida 1 e 2, voltada ao combate de crimes de armazenamento, divulgação e comercialização de imagens e vídeos contendo cenas de abuso sexual infantil, no Grande Recife.
As investigações fazem parte de dois inquéritos policiais instaurados entre os anos de 2023 e 2024. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nos municípios do Recife e Jaboatão dos Guararapes. O objetivo foi localizar computadores, notebooks, celulares e mídias digitais com potencial de armazenar conteúdos criminosos.
Todo o material apreendido será submetido a exames periciais, com o intuito de identificar provas relacionadas à prática de abuso sexual infantil por meio da internet. Caso sejam confirmadas as suspeitas, os investigados poderão ser responsabilizados pelos crimes de armazenamento, divulgação e venda de pornografia infantil, cujas penas somadas podem variar de 8 a 18 anos de reclusão.
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