Material apreendido pela Polícia. Foto: Divulgação/PM
Dois homens e uma mulher foram presos e quatro adolescentes, apreendidos, no domingo, 15 de junho, na Rua Evaldo Braga em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, por porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e associação criminosa. Policiais militares da 3ª CIPM receberam informações de que um suspeito estaria planejando assassinar um desafeto na comunidade e, além disso, teria guardado entorpecentes na casa de uma comparsa.
Questionada, a envolvida, juntamente com o marido, admitiu o fato ao efetivo e entregou aproximadamente 2kg de maconha, 220g de crack, uma balança de precisão e um revólver calibre .38 com seis munições. Eles disseram que o “chefe” havia mandado guardar o material, para uma futura distribuição.
O homem foi localizado e confirmou ser proprietário das drogas e levou o efetivo até onde estavam quatro adolescentes que seriam contratados para realizar a execução do inimigo. Com o grupo, foram localizados outro revólver calibre .38 com seis munições, uma pedra de crack de 36g e R$ 440,00 em espécie.
Com os envolvidos ainda foram apreendidos dez celulares. Todos foram apresentados na Delegacia de Polícia de Goiana, para adoção das medidas legais cabíveis.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE) participou de duas operações nacionais, Descenso e Provisão, que resultaram na prisão de duas mulheres suspeitas de integrar o Comando Vermelho na Região Metropolitana do Recife.
As ações da FICCO-PE ocorreram em conjunto com as unidades da FICCO no Maranhão e no Pará, como parte do combate ao crime organizado.
A primeira prisão aconteceu na cidade do Recife. A suspeita, residente em Belém, foi apontada pela Polícia Federal (PF) como integrante do Comando Vermelho no Pará e atuava coordenando as atividades da facção em Pernambuco.
A segunda mulher, de 37 anos, foi detida em Jaboatão dos Guararapes. Com ela, os agentes apreenderam 12 aparelhos celulares, 8 cartões de crédito e um veículo modelo Corolla. A mulher seria responsável por manter a ligação da organização criminosa com o estado do Maranhão.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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