Acidente de avião ultraleve. Foto: Reprodução.
Equipes de resgate do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro retiraram do mar o corpo do piloto do avião de pequeno porte, tipo ultraleve, que caiu na orla da Praia de Copacabana, no começo da tarde deste sábado, 27 de dezembro.
O avião monomotor matrícula PT-AGB fazia voos de propaganda quando caiu. Os Bombeiros foram acionados às 12h34 e iniciaram os trabalhos de busca. Cerca de 2 horas depois, a corporação informou que o corpo de uma pessoa foi retirado do mar e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação.
Segundo a Torre de Controle de Voo de Jacarepaguá, somente o piloto estava a bordo. Mais de 30 agentes participaram dos esforços de busca, com emprego de aeronaves, motos aquáticas, equipes de mergulho, embarcações infláveis e drones.
As buscas contaram também com o uso de sonar, equipamento capaz de captar imagens do fundo do mar e auxiliar na localização de possíveis vítimas e destroços.
A queda foi na altura do Posto 3 da orla de Copacabana, que fica próximo ao tradicional hotel Copacabana Palace e de onde está montado o palco principal para o Réveillon.
O sábado é de sol forte no Rio, o que levou bastante pessoas à praia. Em dias de praia cheia, é comum a circulação de ultraleves que expõem faixas publicitárias sobrevoando a orla carioca.
De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o ultraleve é um Cessna modelo 170A, com capacidade para apenas uma pessoa.
O monomotor é operado e de propriedade da empresa Visual Propaganda Aérea – Eireli. A situação de aeronavegabilidade era considerada normal, ou seja, apta a voar.
Na noite de quinta-feira, 4 de dezembro de 2025, o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, viveu momentos de puro pânico. Um avião da Latam, modelo Airbus A320 de matrícula PR-MHR, precisou ser evacuado às pressas quando um veículo de esteira de bagagens, usado para carregar as malas, começou a pegar fogo bem ao lado da aeronave. O voo LA3418 da Latam seguia para Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com decolagem prevista para 22h10, e levava cerca de 159 passageiros a bordo.
A fumaça densa invadiu rapidamente a área, acionando os alarmes de emergência. Passageiros, que já estavam acomodados nas poltronas aguardando o embarque final, descreveram a cena como aterrorizante. "Foi um cheiro forte de queimado e fumaça por todo lado. Os comissários gritaram para deixarmos tudo e sairmos correndo", relatou um deles em vídeo compartilhado nas redes sociais.
O incidente aconteceu no pátio do Terminal 2, um dos mais movimentados do GRU Airport, que movimenta milhões de viajantes por ano. O equipamento defeituoso pertencia a uma empresa terceirizada contratada pela Latam para operações de solo. Em nota oficial, a companhia aérea confirmou: "Houve um princípio de incêndio em equipamento de solo, gerando fumaça que acionou os protocolos de segurança".
Equipes da brigada de incêndio e bombeiros aeronáuticos chegaram em minutos, usando extintores para conter as chamas. Vídeos amadores capturaram o fogo subindo ao lado da fuselagem do avião, com funcionários correndo para apagar o sinistro. Felizmente, a estrutura da aeronave não foi afetada, mas o abastecimento de combustível em todo o terminal ficou suspenso por cerca de 10 minutos, como manda o protocolo.
Parte dos passageiros saiu pela ponte de embarque (finger), enquanto outros usaram as escorregadeiras infláveis de evacuação, aquelas famosas saídas rápidas que vemos em treinamentos de segurança. "Deslizamos como em um filme de ação, mas o coração disparado era real", contou uma passageira gaúcha que voltava de férias.
Entre os afetados, histórias pessoais que humanizam o drama. Três moradoras de Tupanciretã, no interior do Rio Grande do Sul, Ana Laura Abreu, Rejane Fava e Mariza de Bona, estavam a bordo e só conseguiram prosseguir viagem na manhã de sexta-feira. Elas compartilharam o susto com familiares: "Pensamos o pior, mas a tripulação foi exemplar".
A Latam enfatizou que todos os funcionários envolvidos são treinados para emergências, e assistência foi oferecida na hora: lanches, acomodações e realocação em voos alternativos. Alguns chegaram a Porto Alegre pela madrugada, outros optaram por transporte terrestre.
Agora, o foco vira para as causas. A Latam e a GRU Airport abriram investigações internas para apurar o defeito no equipamento de solo. Especialistas em aviação apontam que falhas em veículos terceirizados não são raras, mas os protocolos salvam vidas. "A evacuação de emergência em aeroporto em menos de 90 segundos é o padrão ouro da segurança aérea", explica um analista do setor.
Guarulhos, o principal hub aéreo do Brasil, registra alto tráfego, mais de 50 milhões de passageiros anuais. Incidentes como esse reforçam a necessidade de manutenção rigorosa em equipamentos de terra, que muitas vezes ficam "invisíveis" até explodirem em problemas. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deve acompanhar o caso de perto.
A concessionária GRU Airport reiterou seu compromisso: "Continuaremos apoiando a Latam na apuração e priorizando a segurança de todos". Pousos e decolagens voltaram ao normal rapidamente, sem impacto maior na malha aérea nacional.
Uma esteira de bagagem ficou em chamas e um avião Airbus A320 da Latam Brasil precisou ser evacuado no Aeroporto de Guarulhos (SP).
— Wagner Ferreira (@wagnerpress) December 5, 2025
Apesar do susto, todos os ocupantes evacuaram da aeronave em segurança e ninguém se feriu.
@aero_in pic.twitter.com/WGQSjzAmH2
Esse episódio lembra outros sustos recentes em aeroportos brasileiros, como suspeitas de incêndio que pararam operações em 2024. Mas aqui, o desfecho positivo destaca a eficiência: zero vítimas em um cenário de alto risco. Passageiros como os de Tupanciretã já respiram aliviados em casa, mas o vídeo do fogo continua viralizando, alertando sobre os bastidores da aviação.
A aviação comercial segue como o meio mais seguro de transporte, com taxas de acidentes ínfimas. Ainda assim, eventos assim agitam o debate sobre investimentos em tecnologia para equipamentos de solo. Enquanto a investigação avança, uma certeza: a rápida ação evitou tragédia e salvou o feriado de muita gente.
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