Mulher presa pela PF em agência bancária. Fotos: Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura
A Polícia Federal (PF) prendeu em flagrante, no último dia 10 de setembro, uma mulher acusada de tentar aplicar um golpe milionário utilizando documentos falsos. A prisão foi realizada por volta das 9h, em uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) no município de Gravatá, no Agreste de Pernambuco. (veja vídeo abaixo)
De acordo com as investigações, a suspeita, autônoma, natural do Recife e residente no bairro de Dois Unidos, teria tentado sacar R$ 1.182.000,00 referentes a um precatório expedido pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco. Para isso, ela apresentou uma procuração considerada ideologicamente falsa, em nome de uma suposta beneficiária residente em São Paulo. As apurações apontaram inconsistências nas datas de emissão e assinatura, além da repetição das numerações nos documentos.
A fraude foi descoberta pelo setor jurídico da CEF em Gravatá, que acionou a Polícia Federal. No momento da abordagem, a mulher confessou não conhecer a beneficiária do precatório. Diante da confirmação das irregularidades, ela foi detida e conduzida à sede da PF, no Recife, para a formalização do flagrante.
Na ação, os policiais apreenderam um celular, boletos bancários e documentos que servirão como prova para as investigações.
A suspeita foi autuada pelo crime de estelionato tentado contra órgão público, conforme o artigo 171, §3º, combinado com o artigo 14, II, do Código Penal. A pena prevista varia de 2 a 8 anos de prisão.
Durante o interrogatório, a acusada optou por permanecer em silêncio, utilizando o direito constitucional de só se manifestar em juízo. Após passar por audiência de custódia, ela foi colocada em liberdade e deverá responder ao processo fora da prisão.
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação na quarta-feira, 17 de setembro, para apurar um esquema de corrupção envolvendo órgãos públicos da área ambiental e de mineração que gerou lucro de R$ 1,5 bilhão. As suspeitas envolvem servidores públicos da Agência Nacional da Mineração (ANM) e do Iphan, além de órgãos estaduais do governo de Minas Gerais.
Um diretor da ANM em Brasília foi preso sob suspeita de corrupção, um ex-diretor também é alvo de prisão e a sede do órgão foi alvo de busca e apreensão.
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