Ação da PF em Igarassu. Foto: Divulgação
A Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DeleCiber/PE) da Superintendência Regional em Pernambuco, deflagrou, na manhã do dia 7 de agosto, uma operação para combater crimes de abuso sexual infantil, incluindo estupro de vulnerável, armazenamento, divulgação, aliciamento, exposição à venda e produção de imagens com cenas de abuso.
As investigações começaram após denúncia anônima sobre a comercialização de material contendo abuso sexual infantil. Com o avanço das apurações, a PF identificou o suposto responsável pela divulgação e venda do conteúdo e apontou que ele também seria o autor do estupro registrado nos arquivos.
Foi cumprido mandado de busca e apreensão no município de Igarassu, além da prisão preventiva do investigado. A ação teve como objetivo recolher computadores, notebooks, celulares e mídias com possível armazenamento de imagens e vídeos relacionados aos crimes.
De acordo com a PF, caso sejam confirmadas as suspeitas, o homem poderá responder por aliciamento de menores, produção de cenas de abuso sexual infantil, estupro de vulnerável, além de armazenamento, compartilhamento e comercialização do material. Somadas, as penas podem ultrapassar 40 anos de prisão.
O material apreendido passará por perícia para reunir provas relacionadas aos crimes cometidos pela internet.
A Polícia Federal (PF), por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DELECIBER/PE), com apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Pernambuco (FICCO/PE), deflagrou na manhã do dia 30 de julho, a Operação Ojeriza. A ação tem como objetivo combater crimes relacionados à pornografia infantil na internet.
As investigações começaram após a identificação de anúncios em uma rede social que ofereciam conteúdo contendo cenas de abuso sexual infantil. O material também estaria sendo compartilhado em grupos online, motivando a abertura da operação.
Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no município de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife. Entre os itens alvos da operação estão:
Além disso, a prisão preventiva de um dos investigados também foi decretada e está sendo cumprida nesta fase da operação.
Caso sejam confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por compartilhamento, armazenamento e exposição à venda de conteúdo pornográfico infantil. Somadas, as penas podem chegar a 18 anos de reclusão.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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