Pastor que foi assassinado. Foto: Reprodução
Um pastor evangélico de nome Antônio Dias Figueiredo, de 66 anos, foi esfaqueado após oferecer carona a um homem desconhecido na Zona Rural de Jacundá, no sudeste do Pará, na tarde da última segunda-feira, 14 de julho. O suspeito foi localizado e está sob custódia da polícia.
Segundo as investigações iniciais, Antônio trafegava de motocicleta por uma estrada vicinal no km 60 da PA-150, com destino à Vila Rouxinol, quando decidiu ajudar o suspeito oferecendo-lhe carona. Poucos minutos após subir na moto, o passageiro desferiu golpes de faca na região abdominal da vítima.
Mesmo gravemente ferido, o pastor conseguiu pilotar até sua casa, onde foi socorrido por familiares e levado ao Hospital Municipal de Jacundá. No entanto, ele não resistiu aos ferimentos e morreu antes de ser transferido para uma unidade de saúde com mais recursos.
A Polícia Militar foi acionada e equipes do 50º Batalhão iniciaram buscas na região. Com base nas informações fornecidas pelos familiares da vítima, os policiais localizaram o suspeito por volta das 17h. Ele foi identificado apenas como Josiel e foi encontrado escondido dentro do porta-malas de um Fiat branco, aparentemente tentando fugir da cidade.
Relatos indicam que populares capturaram o suspeito antes da chegada dos policiais. Ele teria sido agredido e atingido na perna por um disparo de espingarda. No momento da abordagem, Josiel portava uma faca do tipo Tramontina, além de mochila, roupas e documentos pessoais.
Após receber atendimento médico, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Jacundá, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil investiga as motivações do crime.
Antônio Dias era bastante conhecido na região por sua atuação como líder religioso e pelo trabalho social desenvolvido junto à comunidade evangélica de Jacundá. A morte do pastor causou comoção entre amigos, fiéis e moradores da cidade. Muitos o descreveram como um homem solidário, simples e profundamente comprometido com sua fé.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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