Socorristas do SAMU. Foto: TV Correio/Reprodução
Uma mulher de 24 anos sobreviveu após ser alvo de uma tentativa de homicídio dentro de casa, no distrito de Acaú, em Pitimbu, Litoral Sul da Paraíba. A vítima foi atingida por cerca de 15 disparos de arma de fogo na noite da última terça-feira, 4 de novembro. Mesmo ferida, ela conseguiu sobreviver e permanece internada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, em estado estável.
De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a mulher foi encontrada deitada no sofá da sala, com ferimentos provocados por 10 a 15 tiros, que atingiram cabeça, tórax, braços e pernas. Os impactos chegaram a causar fraturas.
“Por incrível que pareça, ela estava consciente e orientada, mesmo com essa quantidade de ferimentos. Foi um milagre”, relatou a médica Nayala Pedrosa, integrante da equipe do Samu que realizou o socorro.
Testemunhas relataram que dois homens armados invadiram a residência e atiraram diversas vezes na frente de familiares, incluindo o filho da vítima, de seis anos. Após o último disparo, a mulher fingiu estar morta, o que possivelmente salvou sua vida.
Ela foi levada por uma Unidade de Suporte Avançado (USA) até o hospital, onde passou por cirurgias. O quadro clínico segue estável.
A Polícia Civil abriu investigação para identificar os suspeitos e esclarecer a motivação do crime.
A vereadora Susana Gravato, de 49 anos, da Câmara Municipal de Vagos, no distrito de Aveiro, em Portugal, foi morta com um tiro. A Polícia Judiciária (PJ) do país deteve um adolescente de 14 anos, próprio filho da parlamentar, por fortes indícios de tê-la assassinado. O crime se deu na manhã da terça-feira, 21 de outubro, em Gafanha da Vagueira, na residência da família.
A arma utilizada na ação, pertence ao pai do menor, marido de Susana que, segundo as autoridades portuguesas, a encontrou sem vida no sofá da casa ensaguentada e coberta por uma manta.
De acordo com as investigações, depois do disparo, o adolescente tentou simular um assalto no local, mas o garoto apresentou inconsistências no depoimento. A polícia apura também um suposto histórico de conflitos entre ambos.
Os agentes, durante as diligências, recolheram provas materiais e recuperaram a pistola usada. Através de uma nota, a PJ informou que irá analisar as redes sociais do menor, no intuito de descobrir se houve influência de terceiros.
Na quarta (22), após se apresentar e prestar o primeiro depoimento no Tribunal de Família e Menores de Aveiro, o rapaz foi submetido à Justiça de Menores, tendo em vista que ele é menor de 16 anos e considerado criminalmente imputável. Nesta condição, o garoto pode receber medidas de tutela educativa, como acompanhamento psicológico, acolhimento institucional ou internação em um centro educativo.
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