Kaique Carlos de Souza Ribeiro Foto: Reprodução/youtube
Kaique Carlos de Souza Ribeiro, de 21 anos, conhecido nacionalmente após surpreender uma juíza ao reaparecer em uma audiência de custódia em Inhumas, Goiás, morreu em confronto com a Polícia Militar do estado na última segunda-feira (24). Outro suspeito, que não teve o nome divulgado, também morreu na ação policial.
Segundo a PM, Kaique acumulava mais de 15 passagens criminais, incluindo homicídio, tentativa de homicídio, roubo, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, inclusive de uso restrito, posse de drogas e adulteração de sinal identificador de veículo.
A operação policial começou após denúncia anônima informando que um carro prata se dirigia ao distrito de Deuslândia, em Brazabrantes, para buscar drogas. O veículo foi localizado na GO-222, e os policiais iniciaram o retorno para abordagem. Ao chegar na entrada de Inhumas, os ocupantes do carro desceram e teriam atirado contra a equipe da PM. Ambos foram baleados e morreram no local. Durante a ação, a polícia apreendeu tabletes de maconha e armas de fogo dentro do veículo.
Kaique ficou conhecido em maio de 2025, quando reapareceu durante uma audiência de custódia online. A juíza Mônica Miranda, surpresa ao reconhecê-lo, reagiu sorrindo e disse: “Você de novo, Kaique? Ê, menino! Se você fosse meu filho… Me ajuda a te ajudar.” O vídeo viralizou nas redes sociais, gerando repercussão nacional e críticas à magistrada.
O caso reforça o desafio das forças de segurança em lidar com jovens com histórico criminal extenso. A morte de Kaique também acende debates sobre a reincidência criminal e os métodos de abordagem das autoridades em Goiás.
A Polícia Militar não divulgou mais detalhes sobre o segundo suspeito nem sobre investigações futuras sobre o caso.
O episódio ressalta a atenção da sociedade e das autoridades para ações preventivas e estratégias de segurança pública em regiões com histórico de violência e tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que reforça o impacto midiático de situações que viralizam nas redes sociais, como a audiência de custódia de Kaique.
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Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
Exu um dos fundamentais orixás no Candomblé e na cultura Iorubá, e o momento foi referenciado à abertura de caminhos nas religiões de matriz africana.
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