Militar encontrada morta em quartel. Foto: Reprodução/Instagram.
Uma ocorrência registrada na tarde de sexta-feira, 5 de dezembro, revelou um caso grave dentro do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, no Distrito Federal. O corpo de uma militar foi encontrada carbonizada após um incêndio atingir a área onde funciona a banda do quartel.
A vítima foi identificada como Maria de Lourdes Freire Matos, cabo e saxofonista do regimento. As investigações avançaram rapidamente após o soldado Kelvin Barros da Silva, também integrante do 1º Regimento, confessar envolvimento direto na morte.
Segundo o depoimento dele, o episódio começou com uma discussão entre os dois no espaço destinado aos músicos militares. Durante o conflito, Maria de Lourdes teria sacado sua arma de fogo. Silva relatou que, diante da tensão, golpeou a militar no pescoço com uma faca e, em seguida, ateou fogo no local.
Após assumir os fatos às autoridades, o soldado foi detido e encaminhado ao Batalhão de Polícia do Exército de Brasília. A corporação informou que ele será excluído das fileiras militares e responderá judicialmente pelos crimes de feminicídio, furto de arma, incêndio e fraude processual. As acusações somadas podem resultar em pena superior a 40 anos de prisão.
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal foi acionado para combater o incêndio e relatou ter encontrado um ambiente com “grande quantidade de material combustível”, o que favoreceu a propagação das chamas. Apesar disso, as equipes conseguiram controlar o fogo rapidamente. A corporação afirmou que não foram registrados outros feridos na ocorrência.
A morte da cabo Maria de Lourdes, conhecida internamente por sua atuação na banda militar, causou comoção entre colegas e levantou questionamentos sobre segurança interna e protocolos de prevenção a conflitos dentro das unidades. A investigação segue em andamento sob responsabilidade das autoridades militares e da Polícia Civil, que acompanham o caso devido à gravidade dos crimes confessados.
Uma mulher identificada como Alane Rayane Santos, de 24 anos, foi encontrada morta na tarde da segunda-feira, 17 de novembro, dentro da residência onde morava, no Residencial Neusa Garcia, Rua Pinheiro, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O corpo tinha as mãos amarradas e apresentava múltiplos ferimentos provocados por disparos de arma de fogo.
A perícia inicial realizada no local apontou sinais de violência intensa. A Polícia Civil (PCPE) não descarta a hipótese de feminicídio. Segundo os investigadores, marcas no ambiente indicam que Alane tentou se defender e entrou em luta com o agressor ou agressores.
A casa foi isolada por equipes do 4º Batalhão da Polícia Militar (PMPE) para a atuação do Instituto de Criminalística (IC). Após a perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML). Em nota, a Polícia Civil informou que o caso está sob investigação da 19ª Delegacia de Homicídios de Caruaru.
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