O instituto nasce com a proposta de oferecer um cuidado centrado na pessoa, baseado em evidências científicas e sustentado por uma escuta compassiva.
Missionária Michele Collins em inaguração do espaço. Foto: Divulgação
Na manhã desta quarta-feira, 1º de outubro, a diretora-presidente da Arena de Pernambuco, missionária Michele Collins, participou da inauguração do Instituto Harmonia & Neurodiversidade (IAN), no Recife. O espaço é um equipamento voltado para o acolhimento transdisciplinar de adultos neurodivergentes que se enquadram no nível 1 de suporte. O IAN é mais uma parceria da Arena da Inclusão.
Idealizado pela neurocientista e psicóloga Geórgia Menezes, em parceria com a pediatra e psiquiatra Isla Queiroz, o instituto nasce com a proposta de oferecer um cuidado centrado na pessoa, baseado em evidências científicas e sustentado por uma escuta compassiva. O objetivo é promover pertencimento, dignidade e cidadania, reconhecendo a singularidade de cada mente.
“Este é um espaço preparado para acolher pessoas com atipicidades e também suas famílias. É fundamental garantir essa escuta atenta e o cuidado com cada indivíduo dentro de suas particularidades. Que Deus abençoe essa missão e conceda muito sucesso a todos que fazem parte do instituto”, enfatizou.
Um diferencial do IAN é a atuação de profissionais neurodivergentes em sua equipe, todos altamente qualificados, reforçando o compromisso do instituto com a inclusão genuína e a valorização da diversidade neurocognitiva.
A Arena de Pernambuco foi palco, no dia 19 de setembro, de um evento que uniu celebração e conscientização. Durante a formatura do projeto “Sim à Vida, Não às Drogas”, a deputada federal licenciada Missionária Michele Collins lançou oficialmente a cartilha “Comunidades Terapêuticas–Passado, Presente e Perspectivas para o Futuro”, material que reúne informações, reflexões e diretrizes sobre o trabalho realizado pelas comunidades terapêuticas no acolhimento de pessoas em situação de dependência química no Brasil.
O documento busca fortalecer a compreensão sobre o papel dessas instituições, que, há décadas, têm atuado como alternativa de cuidado, recuperação e reinserção social. Segundo Michele Collins, a iniciativa é mais um passo para ampliar a luta contra as drogas e oferecer esperança às famílias.
"As comunidades terapêuticas são verdadeiras portas de saída para aqueles que estão aprisionados pelo vício. Esta cartilha resgata a história, mostra os desafios atuais e aponta caminhos para o futuro, sempre com foco na valorização da vida e na recuperação da dignidade humana. Além disso, é um instrumento de apoio à formação e informação, sendo educativa para aqueles que trabalham nesses equipamentos”, destacou a missionária durante o lançamento.
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